São Paulo passa por reestruturação na Segurança Pública
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A reorganização dos cargos de liderança nas polícias Civil e Militar de São Paulo marcou os primeiros dias de fevereiro no Estado. O governador Tarcísio de Freitas designou o coronel Henguel Pereira para o cargo de secretário-executivo da Secretaria da Segurança Pública, função considerada a segunda mais importante da pasta. A nomeação foi
O deputado federal Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública, deixou o cargo em dezembro com o objetivo de disputar uma vaga no Senado pelo PP. O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, chamado de Nico, assumiu o comando da secretaria depois da saída de Derrite.
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No comando, Nico iniciou mudanças na Polícia Civil, como a escolha da delegada Fernanda Herbella, antes lotada na Deatur (Delegacia Especializada em Atendimento ao Turista), para liderar a Academia de Polícia.
O delegado Fábio Pinheiro Lopes, afastado da corporação desde dezembro de 2024, retornou para chefiar o Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas). Já Oswaldo Diez Junior, outro delegado, passou a dirigir a Deinter-2 (Diretoria Integrada do Interior), sediada em Campinas.
Mudanças na estrutura das polícias Civil e Militar de São Paulo
Enquanto isso, Henguel Pereira recebeu autonomia do governador para efetuar alterações na Polícia Militar, onde atua desde 1989.
Entre as primeiras medidas, está a exoneração do coronel Cássio Araújo de Freitas, ex-comandante-geral da PM e então chefe de gabinete da secretaria, também publicada no Diário Oficial na terça-feira 3.
Antes de assumir o novo posto, Henguel liderou a Casa Militar e coordenou a Defesa Civil do Estado por quase quatro anos, sendo responsável pela segurança do Palácio dos Bandeirantes e da família do governador.
Novo secretário nega troca de delegado-geral
Em entrevista ao jornal O Globo Nico negou que planeje remover o delegado-geral da Polícia Civil, Artur José Dian.
“Não tem previsão de troca do delegado-geral; não procede a informação”, afirmou o secretário, ao responder a rumores sobre a sucessão de Dian.
O delegado-geral tem interesse em disputar eleições, mas só deixaria o cargo por decisão própria.
O secretário explicou que qualquer mudança no comando de uma pasta costuma provocar alterações nos postos de liderança.
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“Troca é normal quando muda o secretário, sempre foi assim", declarou. "Quem vem traz os seus de confiança."
Nos bastidores, segundo O Globo, cresceu a expectativa de novas trocas. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o chefe do Centro de Inteligência, coronel Pedro Luís de Souza Lopes, ficou sabendo da possível troca pela imprensa.
Segundo o jornal, o comando pode afastar o corregedor da PM, coronel Fábio Sérgio do Amaral.
Na Assembleia Legislativa paulista, os ajustes na cúpula da Segurança Pública foram considerados “naturais” por deputados.
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