Princípio de incêndio em bateria força pouso de avião da Latam <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2024/10/g_66_0_1_20122023154657-300x200.jpg" alt="São Paulo"/> Um voo da https://www.latamairlines.com/br/pt/sobre-latam/historia precisou fazer um pouso de emergência em Ribeirão Preto (SP) depois que uma bateria portátil entrou em combustão dentro da cabine. A aeronave seguia de São Paulo para Brasília quando a tripulação identificou o princípio de incêndio e iniciou uma descida para evitar riscos maiores. + Leia mais notícias de em Oeste O episódio ocorreu nesta quinta-feira, 29. O voo LA3581 havia decolado do Aeroporto de Congonhas em um Airbus A320ceo, de matrícula PR-MYK. A cerca de 35 mil pés de altitude, nas proximidades de São Carlos (SP), a equipe a bordo detectou o incidente envolvendo um power bank e executou a manobra de emergência. O pouso em Ribeirão Preto ocorreu sem incidentes adicionais. Equipes de emergência e viaturas do aguardavam a chegada da aeronave na pista. Três passageiros relataram mal-estar durante o episódio, mas receberam atendimento no próprio aeroporto. Em nota, a Latam confirmou o incidente, mas não informou onde a bateria estava armazenada, nem as especificações do equipamento que causou a combustão. A companhia providenciou a troca da aeronave, e os passageiros seguiram viagem em outro avião. Eis a íntegra da nota da Latam: “A LATAM Airlines Brasil informa que o voo LA3581 (São Paulo/Congonhas–Brasília), de 5ª feira (29.jan), foi alternado e aterrissou em total segurança no Aeroporto de Ribeirão Preto, devido a um incidente envolvendo um carregador portátil de um passageiro durante o voo. Após tomadas as medidas necessárias, o voo seguiu viagem para Brasília às 18h30. A LATAM reforça que todos os seus tripulantes são treinados para lidar com esse tipo de ocorrência e que adota todas as medidas técnicas e operacionais necessárias para garantir a segurança de seus passageiros e funcionários.” + Leia também: O post .
Café lidera alta da cesta básica em 2025 e deve seguir caro em 2026 <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/05/Cafe-11-300x200.jpg" alt=""/> O café liderou a alta de preços da cesta básica em 2025, segundo levantamento da (Abic) divulgado nesta quinta-feira, 29. A entidade também projeta que a bebida continuará cara em 2026, apesar da expectativa de uma safra maior. De acordo com o presidente da Abic, Pavel Cardoso, mesmo com uma boa colheita prevista, os estoques globais do grão estão em níveis muito baixos. Assim, grande parte da produção deste ano deverá ser destinada à recomposição dessas reservas, o que limita o alívio nos preços. + Leia mais notícias de em Oeste Em 2025, o faturamento da indústria de café torrado cresceu 25,6% em relação a 2024, alcançando R$ 46,24 bilhões. A Abic atribui o resultado ao aumento dos preços no varejo. <a href="https://www.instagram.com/reel/Cvh70KMLclL/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Entre 2021 e 2025, o valor do café para o consumidor subiu 116%. Ainda assim, essa alta foi inferior à registrada na compra do grão junto aos produtores: o preço do café arábica, principal variedade consumida no país, avançou 212% no período. A escalada dos preços está ligada a sucessivos problemas climáticos, como geadas, secas e temperaturas elevadas, que reduziram a oferta global de grãos e pressionaram o mercado. Como consequência, o consumo no Brasil recuou 2,31% em 2025. O estudo da Abic analisou seis itens da cesta básica. Em 2025, açúcar (-13,3%), leite (-4,9%), arroz (-31,1%) e feijão (-14,3%) ficaram mais baratos. Já o óleo de soja teve alta de 1,2%, enquanto o café torrado e moído subiu 5,8%. image Plantação de café em fazenda brasileira | Foto: Alf Ribeiro/Shutterstock Entre os fatores que explicam o encarecimento do café estão o tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos ao produto brasileiro, que elevou as cotações na bolsa de Nova York; os baixos estoques globais, depois de quatro anos consecutivos de safras afetadas pelo clima; a queda na produção, sobretudo do arábica; e o repasse gradual dos custos ao consumidor. Segundo Cardoso, se toda a alta acumulada desde 2021 fosse transferida integralmente aos preços finais, o café ainda teria de subir cerca de 70%. Entretanto, ele avalia que a demanda segue resiliente e relativamente estável, apesar dos reajustes expressivos dos últimos anos. 2026 deve ter boa safra de café no Brasil Para 2026, a Abic aposta em uma boa safra no Brasil, favorecida por condições climáticas mais estáveis depois do fenômeno La Niña no ano passado. Ainda assim, o presidente da Abic diz que seriam necessárias ao menos duas safras positivas consecutivas para provocar uma queda consistente nos preços. No curto prazo, a prioridade da indústria é recompor estoques. <a href="https://www.instagram.com/p/DT08grojwn7/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Com maior oferta, ele vê espaço para recuperação do consumo e menor volatilidade nos preços, o que pode permitir promoções no varejo. “Qualquer redução na prateleira faz o consumidor comprar mais e formar estoque em casa", afirma. "Ele não abre mão do café." Sinais pontuais de alívio já apareceram em dezembro. O café tradicional extraforte ficou 7,1% mais barato em relação a novembro, reflexo da queda no preço da matéria-prima repassada ao consumidor. O café em cápsulas recuou 13,2% no mês e acumula baixa de 16,8% frente a janeiro de 2025. O movimento se explica pela diferença na quantidade de café por quilo e por acordos comerciais firmados diante da retração das cotações, impulsionada pela expectativa de uma boa safra de robusta. O post .
O que é o Congresso Nacional e qual é a função dele no Brasil? <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/int-congresso-nacional-300x200.webp" alt="Parlamentares, assessores e jornalistas reunidos no plenário do Congresso Nacional durante sessão, com registros e articulações políticas."/> O Congresso Nacional é o órgão responsável por elaborar as leis federais, fiscalizar o Poder Executivo e representar politicamente a sociedade brasileira, sendo peça central do funcionamento do Estado.  Na prática, muitas das decisões que afetam diretamente a vida do cidadão passam por votações, comissões, quórum e articulações internas, o que explica por que o Congresso aparece com frequência nas notícias e gera dúvidas sobre seu real papel institucional. O que é o Congresso Nacional e qual é a função dele no Brasil?  O Congresso Nacional é a instituição responsável por exercer o Poder Legislativo em nível federal .  Na prática, ele atua como o local onde se formam as regras que organizam a vida política, econômica e social do país, além de fiscalizar as ações do Poder Executivo e controlar o uso dos recursos públicos. Ele é composto por duas Casas distintas, que atuam de forma integrada, mas com competências próprias: a https://admin.revistaoeste.com/politica/camara-dos-deputados .  Essa estrutura foi criada para equilibrar a representação da população e dos Estados dentro do processo legislativo. O Congresso faz parte de qual Poder e o que ele decide na prática? O Congresso Nacional integra o Poder Legislativo, um dos Três Poderes, ao lado do Poder Executivo e do Poder Judiciário. Sua função central é elaborar leis e emendas à Constituição, mas sua atuação vai além da produção normativa. Ele decide sobre temas como: aprovação, alteração ou rejeição de projetos de lei e https://admin.revistaoeste.com/politica/o-que-e-pec ; mudanças constitucionais com base na https://admin.revistaoeste.com/politica/constituicao-federal ; autorização para atos do governo no Brasil; fiscalização política e institucional do Executivo; decisões que impactam diretamente serviços públicos. Por que o Congresso aparece tanto em leis, crises e gastos públicos?  O Congresso aparece com frequência em notícias sobre leis, crises e gastos públicos porque nenhuma decisão relevante nessas áreas ocorre sem sua participação formal.  Todo projeto de lei segue um rito específico até virar lei no Brasil, passando por debates, votação e definição de quórum. Além disso, cabe ao Congresso analisar e aprovar o orçamento público, acompanhar gastos públicos e responder institucionalmente a crises políticas, o que explica sua presença constante no noticiário político. Como o Congresso influencia o governo e a vida do cidadão? O Congresso Nacional influencia o governo no Brasil ao limitar, autorizar ou modificar decisões do Poder Executivo, funcionando como um mecanismo de equilíbrio institucional dentro do presidencialismo no Brasil. Para o cidadão, os impactos são diretos. As decisões do Congresso afetam impostos no Brasil, políticas de serviços públicos e a forma como o Estado se organiza, refletindo escolhas políticas que moldam o cotidiano da população. Como o Congresso Nacional é formado e como ele se divide? O Congresso Nacional é o órgão do Poder Legislativo federal responsável por discutir, alterar e aprovar leis, além de fiscalizar o Executivo.  Ele é formado por duas Casas distintas, com composições e funções próprias, que atuam de forma complementar no processo legislativo. O que é a Câmara dos Deputados e o que ela faz?  A Câmara dos Deputados representa diretamente a população brasileira. Seus membros são eleitos proporcionalmente ao número de habitantes de cada estado, o que faz com que unidades mais populosas tenham maior número de deputados.  Na prática institucional, a Câmara tem papel central na apresentação de projetos de lei, bem como na abertura de comissões parlamentares de inquérito e na fiscalização direta do governo federal, inclusive em temas orçamentários e administrativos. O que é o Senado Federal e qual é o papel dele? O Senado Federal representa os estados e o Distrito Federal de forma igualitária. Cada unidade da federação elege o mesmo número de senadores, independentemente do tamanho da população.  Em termos constitucionais, o Senado atua como Casa revisora das propostas aprovadas pela Câmara, além de exercer funções exclusivas, como processar autoridades em crimes de responsabilidade e aprovar indicações para cargos relevantes do Estado. Por que o Congresso Nacional tem duas Casas e o que muda na votação? A existência de duas Casas busca equilibrar a representação da população com a representação dos estados. Ou seja, isso significa que a maioria populacional não decide sozinha, nem os estados menores ficam sem peso institucional.  Durante a tramitação, um projeto costuma ser analisado por ambas as Casas, o que pode gerar ajustes no texto e exigir novas votações quando há divergência. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/int-congresso-nacional-3.webp" alt="Plenário do Congresso Nacional lotado durante sessão legislativa, com parla..."/>O plenário do Congresso Nacional reflete o centro das decisões que impactam diretamente o país. Foto: Supremo Tribunal Federal/Divulgação Como funcionam as comissões no Congresso Nacional? As comissões reúnem parlamentares especializados ou designados para analisar matérias relacionadas a áreas específicas, como economia, saúde ou Constituição.  Segundo o funcionamento legislativo, então, muitas decisões importantes ocorrem nesse estágio, pois é ali que o projeto pode ter aprovação, alteração ou rejeição antes de alcançar votação mais ampla. O que é relatoria e por que o relator tem tanto peso? A relatoria é a função atribuída a um parlamentar responsável por analisar uma proposta e apresentar um parecer. Esse parecer orienta o voto dos demais membros da comissão e, em muitos casos, do plenário.  Na prática institucional, o relator pode sugerir mudanças no texto, consolidar emendas ou recomendar o arquivamento do projeto. Quando uma proposta passa por comissão e quando vai direto ao plenário? Nem todas as propostas seguem o mesmo caminho. Algumas tramitam exclusivamente nas comissões, enquanto outras exigem votação direta no plenário: comissões permanentes: analisam temas fixos, como Constituição, economia ou educação; comissões temporárias: criadas para tratar de assuntos específicos ou por prazo determinado; comissões mistas: formadas por deputados e senadores para analisar matérias que envolvem as duas Casas. Portanto, essa definição depende do tipo de matéria, do impacto jurídico ou político e das regras previstas no regimento interno de cada Casa. Como funciona uma votação no Congresso Nacional na prática? Na prática institucional, uma votação no Congresso Nacional ocorre quando deputados ou senadores analisam e decidem sobre propostas legislativas, requerimentos ou destaques.  O processo segue regras regimentais próprias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pode variar conforme o tipo de matéria, o estágio de tramitação e o contexto político.  Em termos objetivos, então, a votação serve para aprovar, rejeitar ou modificar textos que impactam diretamente a produção das leis e outras decisões do Legislativo. Antes do resultado final, o processo pode envolver debates em plenário, articulações partidárias e instrumentos regimentais que influenciam o ritmo e o desfecho da votação.  Por isso, notícias sobre o Congresso frequentemente destacam não apenas o placar, mas também os mecanismos usados ao longo da sessão. O que é quórum e por que ele trava ou aprova votações? O quórum é o número mínimo de parlamentares presentes exigido para que uma votação seja válida. Ele funciona como um critério de legitimidade da decisão e varia conforme o tipo de matéria analisada.  Em votações simples, por exemplo, exige-se apenas a maioria dos presentes; já em temas mais sensíveis, como alterações constitucionais, o quórum é mais elevado. A ausência de quórum impede a votação e pode levar ao adiamento da sessão. Por esse motivo, o quórum costuma aparecer nas notícias como fator decisivo para o avanço ou bloqueio de pautas relevantes, especialmente em momentos de baixa presença no plenário. Quais são os tipos de votação e como eles aparecem nas notícias? Existem diferentes tipos de votação no Congresso Nacional, definidos pelo regimento interno de cada Casa. As mais comuns são a votação simbólica, a nominal e a secreta, sendo esta última cada vez mais restrita. Cada formato determina como o voto do parlamentar é registrado e divulgado. No noticiário, esses tipos aparecem associados à transparência e ao peso político da decisão. Votações nominais, por exemplo, costumam ganhar destaque porque permitem identificar como cada parlamentar se posicionou, o que tem impacto direto na opinião pública e no acompanhamento da atividade legislativa. O que é obstrução, destaque e mudança de texto antes do resultado final? A obstrução é um instrumento regimental usado para atrasar ou impedir votações, geralmente por meio de pedidos de verificação de quórum, discursos prolongados ou requerimentos sucessivos.  Trata-se, portanto, de uma prática legítima dentro das regras do Congresso, utilizada como estratégia https://admin.revistaoeste.com/politica/politica . Já os destaques permitem que partes específicas do texto sejam votadas separadamente. Isso pode resultar em mudanças relevantes no conteúdo final da proposta, mesmo quando o projeto principal é aprovado.  Por esse motivo, o resultado de uma votação nem sempre reflete integralmente o texto apresentado inicialmente. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/int-congresso-nacional-2.webp" alt="Livro aberto com lâmpada simbolizando ideia, martelo jurídico, lupa e docum..."/>Da ideia inicial ao texto legal, é no Congresso que uma lei nasce, gera debate e ganha força jurídica. Foto: Freepik/Divulgação. Como nasce uma lei dentro do Congresso Nacional? Uma lei nasce a partir de um processo formal que envolve apresentação de propostas, análise técnica, debate político e votação.  Esse percurso segue etapas definidas pela Constituição e pelos regimentos internos, garantindo que o texto seja discutido antes de produzir efeitos jurídicos. O caminho pode ser mais simples ou mais complexo, dependendo do tipo de proposição. O noticiário costuma resumir esse processo, mas compreender cada fase ajuda a interpretar corretamente expressões como “tramitação”, “aprovado em comissão” ou “segue para sanção”. O que é um projeto de lei e como ele começa a tramitar?  O projeto de lei é a forma mais comum de proposição legislativa. Ele pode ser apresentado por parlamentares, comissões, pelo Poder Executivo ou, em casos específicos, pelo Judiciário e pelo Ministério Público. Após a apresentação, o texto é registrado e encaminhado para análise nas comissões temáticas. A tramitação inicial envolve a avaliação do mérito e da constitucionalidade da proposta. Somente depois dessa fase o projeto pode seguir para votação em plenário, dependendo do tipo de matéria e das regras aplicáveis. Como uma proposta vira lei no Brasil e quem decide cada etapa? Para virar lei no Brasil, uma proposta precisa de aprovação nas duas Casas do Congresso Nacional, quando aplicável, e depois enviada para sanção ou veto do presidente da República. Cada etapa tem responsáveis específicos, como, por exemplo:  relatores; presidentes de comissão; Mesa Diretora. O processo busca equilibrar análise técnica e decisão política. Por isso, diferentes atores participam do percurso, o que explica a duração variável entre a apresentação de um projeto e sua transformação em lei. O que muda quando é PEC, medida provisória ou regime de urgência? Algumas proposições seguem regras próprias. A Proposta de Emenda à Constituição, por exemplo, exige quórum qualificado e votações em dois turnos.  Já a medida provisória, por outro lado, entra em vigor imediatamente, mas precisa da aprovação pelo Congresso em prazo determinado para não perder validade. O regime de urgência altera o ritmo da tramitação, reduzindo prazos e priorizando a votação em plenário. Essas diferenças explicam por que certos temas avançam rapidamente enquanto outros permanecem em debate por longos períodos. Quem manda no Congresso Nacional e como funciona a liderança? O presidente do Congresso Nacional é, por regra constitucional, o presidente do Senado Federal. Ele acumula funções estratégicas que afetam diretamente o funcionamento do Legislativo. Entre suas atribuições estão, portanto, a condução de sessões conjuntas, a promulgação de leis aprovadas pelo Parlamento e o comando administrativo do Congresso. O presidente do Congresso também exerce forte influência política por controlar a agenda de votações, definir a ordem dos trabalhos e decidir sobre a leitura e tramitação de matérias vindas da Câmara dos Deputados ou do Senado. O que é liderança do governo, da oposição e de blocos? As lideranças partidárias e de blocos organizam a atuação política dentro do Congresso. A liderança do governo articula apoio às pautas do Executivo, negocia votos e orienta a base aliada. Já a liderança da oposição atua para fiscalizar, criticar e tentar barrar propostas governamentais. Além disso, partidos podem se unir em blocos parlamentares, que ganham mais peso nas negociações, tempo de fala e participação em comissões. Essas lideranças são fundamentais para definir estratégias coletivas e influenciar decisões do plenário. Como acordos e pautas influenciam a votação e o resultado? Grande parte das decisões no Congresso resulta de acordos políticos prévios, feitos entre líderes partidários. Esses acordos definem quais projetos entram em pauta, quais recebem adiamentos e como cada bancada deve se posicionar. Embora o voto seja individual, a orientação das lideranças costuma pesar fortemente no resultado final, especialmente em votações relevantes ou urgentes. Como o Congresso Nacional fiscaliza o governo e o uso do dinheiro público? O orçamento público define quanto e onde o governo pode gastar ao longo do ano. Ele tem sua elaboração pelo Executivo, mas passa por análise, modificação e aprovação pelo Congresso Nacional. Deputados e senadores podem apresentar emendas, alterar prioridades e condicionar a liberação de recursos, o que transforma o orçamento em um instrumento político relevante para estados, municípios e setores específicos. Como funcionam CPIs e por que elas têm impacto político? As Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) são criadas para investigar fatos determinados e por prazo certo. Elas possuem poderes de investigação semelhantes aos de autoridades judiciais, como convocar testemunhas e requisitar documentos. Mesmo sem poder de condenação, CPIs costumam gerar forte impacto político, influenciar a opinião pública e embasar ações de outros órgãos de controle. Quem fiscaliza gastos e como entram TCU e CGU nesse processo? O Congresso atua em conjunto com órgãos técnicos de controle. O Tribunal de Contas da União (TCU) auxilia o Legislativo na análise da legalidade e eficiência dos gastos públicos.  Já a Controladoria-Geral da União (CGU) atua no controle interno do Executivo, produzindo relatórios que também subsidiam o trabalho parlamentar. Essas informações permitem que deputados e senadores cobrem explicações, proponham medidas corretivas e responsabilizem gestores públicos. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/int-congresso-nacional-1.webp" alt="Estátua da Justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal à noite, com edif..."/>Congresso Nacional e STF representam o equilíbrio entre a criação das leis e a garantia da Constituição. Foto: Supremo Tribunal Federal e Canva/Divulgação O que acontece quando o Congresso Nacional entra em conflito com o STF? Uma decisão do Congresso pode ser questionada no STF quando há alegação de que ela viola a Constituição Federal, seja no conteúdo da norma, seja no processo legislativo. Isso inclui, por exemplo:  leis ordinárias; leis complementares; emendas constitucionais;  atos internos do Parlamento.  O controle ocorre por meio de instrumentos previstos no ordenamento jurídico, como ações diretas e recursos constitucionais, acionados por atores legitimados.  O https://admin.revistaoeste.com/politica/o-que-e-stf , nesse contexto, não substitui o Congresso, mas analisa se respeitaram os limites constitucionais, preservando o equilíbrio entre os Poderes. O que é judicialização da política e como isso afeta as votações? A judicialização da política ocorre quando temas originalmente decididos no âmbito do Congresso passam por discussão no Judiciário. Isso não significa interferência automática, mas sim a aplicação de mecanismos constitucionais de controle.  Esse fenômeno afeta votações porque pode suspender a aplicação de leis, gerar insegurança temporária ou levar parlamentares a ajustar textos legislativos para evitar questionamentos futuros.  A judicialização reflete a complexidade do sistema institucional brasileiro e a ampliação do papel do Judiciário em temas sensíveis. Como acompanhar o Congresso Nacional sem se perder? Acompanhar o Congresso exige compreender como funcionam suas pautas, ritos e sinais internos. Muitas decisões relevantes não estão apenas no resultado final da votação, mas no caminho percorrido até ela. Quais sinais mostram que uma pauta é importante de verdade? Uma pauta tende a ser relevante quando envolve mudanças estruturais, impacto orçamentário, direitos fundamentais ou reorganização institucional.  Outros sinais incluem mobilização de lideranças, cobertura recorrente na imprensa e pressão de setores organizados da sociedade. A repetição do tema na agenda legislativa também indica prioridade estratégica. Como ler notícias sobre votações sem cair em confusão? Para não se perder, é importante identificar se a notícia trata de proposta, parecer, votação em comissão ou decisão final. Muitas matérias misturam etapas distintas, o que gera confusão.  Entender o estágio do processo legislativo e diferenciar opinião de informação factual ajuda a construir uma leitura mais precisa do cenário político. O que mais saber sobre o Congresso Nacional? Este bloco reúne dúvidas recorrentes sobre o funcionamento do Congresso, ajudando a contextualizar temas frequentemente citados em notícias. O que o Congresso faz e o que ele não pode fazer? O Congresso legisla, fiscaliza o Poder Executivo e delibera sobre temas orçamentários e institucionais. Ele não pode atuar fora dos limites constitucionais nem exercer funções exclusivas de outros Poderes, como julgar crimes comuns ou interpretar a Constituição de forma definitiva. Qual a diferença entre Câmara e Senado? A Câmara dos Deputados representa a população de forma proporcional, enquanto o Senado representa os estados de forma igualitária. Ambos participam do processo legislativo, mas possuem atribuições específicas e pesos distintos em determinadas decisões. O que acontece quando falta quórum? Quando não há quórum suficiente, a sessão não pode deliberar, e votações são adiadas ou encerradas. A falta de quórum pode sinalizar desinteresse político, estratégia de obstrução ou dificuldades de articulação entre parlamentares. Como uma votação vira lei no Brasil?  Após aprovação nas Casas Legislativas, o texto segue para sanção ou veto do presidente da República. Se sancionada, a proposta é promulgada e passa a valer como lei. Caso haja veto, o Congresso pode analisá-lo e decidir pela manutenção ou derrubada.. O que é regime de urgência e por que isso acelera tudo? O regime de urgência reduz prazos e etapas do processo legislativo, permitindo que uma proposta tenha votação diretamente no plenário. Esse mecanismo é quando há interesse político em acelerar a decisão, alterando significativamente o ritmo normal de tramitação. Resumo desse artigo sobre Congresso Nacional O Congresso Nacional é o centro das decisões legislativas e da fiscalização do governo; Ele é formado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, com funções complementares; Comissões e lideranças têm papel decisivo no destino das propostas; O processo legislativo envolve várias etapas até uma lei entrar em vigor; Acompanhar quórum, urgência e conflitos institucionais ajuda a entender o cenário político. O post .
Agronegócio paulista fecha mais um ano com superávit <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Agro-300x200.jpg"/> Mesmo em um ano marcado por tensões comerciais, o agronegócio paulista conseguiu fechar 2025 com um superávit de mais de US$ 23 bilhões, o que reafirma seu papel estratégico para o desenvolvimento regional. Esse desempenho se reflete em emprego, renda e desenvolvimento no interior do Estado. Mesmo com as oscilações dos preços internacionais e o tarifaço de Trump, houve crescimento significativo nas exportações, principalmente de carne bovina. Em A Força do Agro desta quinta-feira, 22, o espectador vai descobrir como o agronegócio paulista conseguiu fechar o ano com superávit, mesmo diante dos desafios do mercado internacional. A Força do Agro Com uma crescente necessidade de práticas mais sustentáveis, o busca inovar constantemente para aprimorar a produtividade e minimizar impactos ambientais. Em A Força do Agro são apresentados os principais tópicos que fazem o agro ser tão especial. De segunda a sexta-feira, o programa leva informação e conhecimento ao internauta e tem o papel de conectar o campo à cidade, mas de uma maneira leve e descontraída. Serviço A Força do AgroDe segunda a sexta-feiraÀs 19h50min, depois do Oeste Sem Filtro, também na playlist exclusiva no YouTube O post .
PRF alerta para riscos em caminhada liderada por Nikolas Ferreira <img width="300" height="234" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/nikolas-ferreira-multidao-caminhada-300x234.jpg" alt="nikolas ferreira multidão caminhada"/> A , liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que ocorre na BR-040 em direção a Brasília. Segundo a corporação, não houve comunicação prévia às autoridades de trânsito sobre a realização do ato, o que impossibilitou o planejamento antecipado de medidas para reduzir os riscos tanto aos participantes quanto aos motoristas que trafegam pela rodovia. A PRF destacou o perigo decorrente do fluxo intenso de veículos. + Leia mais notícias de em Oeste Ao portal Metrópoles, a PRF disse que só tomou conhecimento do deslocamento diante do início da mobilização. Em nota, a corporação afirmou monitorar o deslocamento de parlamentares e manifestantes que saíram de Paracatu (MG) rumo a Brasília (DF) pela BR-040. image De acordo com Nikolas Ferreira, o objetivo do protesto é pacífico e busca destacar o que o parlamentar considera como arbitrariedades no cenário nacional | Foto: Reprodução/Assessoria/Nikolas Ferreira A caminhada começou na última segunda-feira, 18 e tem previsão de chegada à capital federal no próximo domingo, 25, depois de percorrer cerca de 240 quilômetros. O movimento reúne mais de 100 pessoas e protesta contra as prisões dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro. A mobilização foi anunciada por Nikolas Ferreira por meio de uma carta aberta publicada nas redes sociais. Outros parlamentares também aderiram ao ato, como os deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e André Fernandes (PL-CE), , que apareceram ao lado de Nikolas em registros divulgados na última terça-feira, 20. Nikolas Ferreira diz ter contatado autoridades competentes A assessoria do deputado informou ter encaminhado ofícios à PRF e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no dia em que a caminhada teve início, a fim de comunicar oficialmente o percurso. De acordo com a nota, a PRF confirmou o recebimento dos documentos e o cadastramento no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). A PRF esclareceu que o monitoramento será contínuo, mas reiterou que a ausência de aviso prévio impediu a organização adequada dos órgãos de segurança viária para garantir maior proteção aos manifestantes. O comunicado não representa uma proibição do ato, mas um alerta sobre os riscos de caminhar às margens de rodovias com fluxo intenso e possibilidade de aumento repentino no número de veículos. Em resposta, a assessoria de Nikolas Ferreira afirmou à emissora CNN que houve comunicação formal “dentro das possibilidades concretas do caso” e que os demais órgãos de segurança pública estão sendo oficiados conforme os trajetos são definidos. Segundo a nota, o deputado mantém diálogo permanente com as autoridades e reafirma o compromisso com a segurança e o respeito às instituições. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/Nikolas-Carlos.webp" alt="Nikolas Carlos"/>Carlos Bolsonaro e Nikolas Ferreira se encontraram nesta terça-feira, 20, em trecho da BR-040 I Foto: Reprodução/Redes sociais Leia a nota completa da assessoria do deputado: "A decisão em iniciar a caminhada foi tomada no mesmo dia em que o deputado estava em Paracatu para a entrega de uma emenda parlamentar, o que explica a decisão e a execução terem ocorridos no mesmo dia. Ainda assim, no próprio dia de início, a assessoria encaminhou ofícios à PRF e à ANTT, comunicando oficialmente o percurso pela BR-040. Ressalta-se que no primeiro dia o número de pessoas ainda era pequeno por ser o primeiro dia. Vale ressaltar que a Secretaria-Executiva da Diretoria de Operações da PRF confirmou o recebimento do ofício e seu cadastramento no Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Ou seja, houve comunicação formal dentro das possibilidades concretas do caso. Além da PRF, os demais órgãos de segurança pública que visam garantir a ordem constitucional estão sendo oficiados na medida em que os trajetos estão sendo viabilizados. A caminhada segue de forma pacífica e monitorada, atualmente pela BR-040, e a previsão de chegada em Brasília é dia 25 de janeiro, com encerramento na Praça do Cruzeiro. O deputado mantém diálogo permanente com as autoridades e reafirma o compromisso com a segurança e o respeito às instituições." O post .
Alerta de chuvas intensas é emitido para 22 Estados <img width="300" height="225" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/Chuvas-intensas-2-300x225.jpg"/> O . Três unidades da Federação receberam aviso de grau vermelho — o mais alto da escala — que indica “grande perigo”. As áreas sob alerta máximo incluem a Zona da Mata, Vale do Rio Doce, Vale do Mucuri e a região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais; o centro, noroeste e sul do Espírito Santo, além do litoral norte e sul do Estado; e o norte e noroeste do Rio de Janeiro. Nessas regiões, há risco elevado de alagamentos, transbordamentos de rios e grandes deslizamentos de encostas. Nessas localidades, as autoridades recomendam desligar aparelhos elétricos, o quadro geral de energia, observar alterações em encostas e permanecer em locais abrigados. <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=2308704" rel="nofollow">image </a>Alertas de chuvas intensas emitidos pelo Inmet | Foto: Reprodução/Inmet <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=2308705" rel="nofollow">image </a>Alertas de chuvas intensas emitidos pelo Inmet | Foto: Reprodução/Inmet <a href="https://admin.revistaoeste.com/?attachment_id=2308706" rel="nofollow">image </a>Alertas de chuvas intensas emitidos pelo Inmet | Foto: Reprodução/Inmet Segundo o Inmet, o alerta vermelho indica fenômenos meteorológicos de intensidade atípica, com possibilidade de danos graves à população e risco à integridade física ou à vida. O instituto recomenda que moradores acompanhem as condições meteorológicas, sigam orientações das autoridades e se preparem para medidas de emergência. De acordo com boletins técnicos, o volume de chuvas pode ultrapassar 100 mm por dia em áreas sob alerta vermelho, elevando o risco de grandes alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos. Alertas de chuvas intensas para outras regiões image O volume de chuvas pode ultrapassar 100 mm por dia em áreas sob alerta vermelho, elevando o risco de grandes alagamentos | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil/Arquivo Além do aviso máximo, 13 Estados estão sob alerta laranja, de “perigo” para chuvas intensas: Minas Gerais, Bahia, Goiás, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rondônia, Maranhão, Piauí, Espírito Santo e Acre. Para grande parte do país, o Inmet emitiu alerta amarelo, de “perigo potencial”. Esse aviso atinge todos os Estados das regiões Norte, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, além da maior parte do Nordeste, com exceção de Sergipe, Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte. Já o aviso prevê chuvas de até 50 mm por dia e ventos de até 60 km/h em áreas. A validade dos alertas varia conforme o nível: o vermelho termina nesta quarta-feira 21; o laranja, na quinta-feira 22; e o amarelo, no sábado 24. Além do acumulado de chuva, há alerta de perigo para chuvas intensas com ventos entre 60 e 100 km/h em uma faixa central do país, que inclui o Distrito Federal, Mato Grosso, Tocantins e partes do Maranhão, Piauí e Bahia. Há risco de queda de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica. + Leia mais notícias do em Oeste O post .
Juiz sequestrado em São Paulo caiu no ‘golpe do amor’ pela 2ª vez, diz polícia <img width="300" height="168" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/3462MLIPZJCAJHOT6MO525CAMM-300x168.jpeg" alt=""/> A Polícia Civil de São Paulo concluiu que o juiz Samuel de Oliveira Magro, libertado do cativeiro na manhã desta terça-feira, 20, depois de mais de 30 horas sequestrado, foi vítima do chamado "golpe do amor". Segundo os investigadores, não foi a primeira vez: Magro já havia sido raptado pelo mesmo esquema em 2021. O diretor da Divisão Antissequestro, delegado Fabio Nelson, confirmou a informação. “Ele acreditava que iria a um encontro e acabou caindo em um golpe”, afirmou, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. + Leia mais notícias do em Oeste Inicialmente, a polícia informou que o crime teria sido um sequestro de oportunidade, sem planejamento prévio. No entanto, em depoimento prestado na tarde de terça-feira, o juiz admitiu que havia marcado um encontro por meio de um aplicativo. No último domingo, 18, enquanto aguardava a pessoa com quem se encontraria, foi sequestrado. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2026/01/QSH3ILUGRJH4JI4CZDGWBLA6RA.jpeg" alt=""/>O juiz Samuel de Oliveira Magro foi resgatado pela Polícia Civil por volta das 6h desta terça-feira, 20 | Foto: Reprodução/Polícia Civil O golpe do amor ganhou força depois da a pandemia, período em que se tornaram comuns os sequestros-relâmpago de vítimas que haviam combinado encontros por aplicativos de relacionamento. Nessas ações, a vítima costuma ser mantida em cativeiro por algumas horas, geralmente próximo ao local da abordagem, enquanto a quadrilha realiza transferências bancárias. Em seguida, o refém é liberado em áreas mais afastadas. A combinação desse tipo de crime com a facilidade das transferências via Pix levou, em 2022, ao maior número de sequestros registrados em 15 anos no Estado de São Paulo. De acordo com Fabio Nelson, este foi o primeiro caso de golpe do amor registrado em 2026. Em 2025, houve três ocorrências; em 2024, oito. O pico foi em 2022, com 115 casos. Desde então, os números vêm caindo — em 2023, foram 49 registros. Magro foi resgatado por volta das 6h desta terça-feira, depois de passar mais de 30 horas em um cativeiro em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. Cinco pessoas foram presas e um adolescente apreendido. Um dos detidos já era investigado por envolvimento nesse tipo de golpe. Juiz sequestrado no "golpe do amor" tinha um companheiro O sequestro ocorreu na noite de domingo, na Avenida Rebouças, no Jardim América, área nobre da zona oeste da capital. O juiz foi abordado por dois suspeitos por volta das 20h36. A polícia analisa imagens de câmeras de segurança para esclarecer as circunstâncias da abordagem. Houve tentativas de transferências bancárias, que não se concretizaram, e também a intenção de invadir a residência da vítima, plano que acabou abandonado pela quadrilha. Segundo a polícia, Magro não sofreu agressões físicas, mas foi coagido. Samuel de Oliveira Magro é juiz do , órgão administrativo vinculado à Secretaria da Fazenda e Planejamento, responsável por julgar disputas tributárias entre contribuintes e o Fisco estadual. image Cerimônia de comemoração dos 80 anos do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo | Foto: Roberto Navarro/TIT-SP Já em cativeiro, o magistrado conseguiu alertar o companheiro por telefone. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Arthur Dian, a dupla tinha uma palavra-código para situações de risco. “Ele usou esse código e o companheiro acionou a polícia”, afirmou. A palavra-chave não foi divulgada. “A Divisão Antissequestro prendeu quatro suspeitos, desarticulou o cativeiro e libertou a vítima", disse Dian. "Alguns integrantes da quadrilha já tinham antecedentes. Também apreendemos um menor de idade.” Um quinto suspeito foi detido posteriormente nas proximidades do local. As investigações continuam para apurar a participação de outros possíveis envolvidos no crime. O post .
Moraes concede prisão domiciliar humanitária a Heleno <img width="300" height="200" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2020/07/1024px-01.08.2019_-_Entrevista_coletiva_%C3%A0_imprensa_com_ministros_de_Estado_2-1-300x200.jpg" alt="augusto heleno"/> Nesta segunda-feira, 22, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu prisão domiciliar humanitária ao general Augusto Heleno. Ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Heleno foi condenado pela 1ª Turma do STF a 21 anos de prisão por suposta tentativa de golpe de Estado. Em atualização O post .
Moraes intercedeu pelo Master junto ao Banco Central, diz jornal <img width="300" height="225" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/12/Moraes-vaigem-300x225.webp"/> Nos bastidores das recentes investigações sobre o Banco Master, fontes relataram contato direto do ministro Alexandre de Moraes, do https://portal.stf.jus.br , com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central (BC), em tentativas de influenciar o andamento da venda do banco para o BRB. Segundo o jornal O Globo, que afirmou ter conversado com seis fontes próximas do ministro, Moraes teria buscado saber sobre o processo em ao menos três ligações e, em julho, requisitado uma reunião presencial com Galípolo. + Leia mais notícias de   em Oeste Durante esse encontro, o ministro teria manifestado apreço por Daniel Vorcaro, dono do Master, e argumentado que o banco enfrentava resistência por disputar espaço com grandes bancos. Moraes teria pedido ao presidente do BC aval para a negociação com o BRB, que aguardava autorização da autarquia desde março. Na ocasião, já havia divergências internas no BC sobre a possibilidade de intervenção no Master. Galípolo teria informado Moraes sobre fraudes Segundo relatos, Galípolo informou a Moraes que técnicos do BC detectaram fraudes no repasse de R$ 12,2 bilhões em créditos do Master para o BRB. Diante dessa informação, o ministro reconheceu que, se confirmada a fraude, a aprovação não seria possível. Em 18 de novembro, o BC decretou a liquidação extrajudicial do Master, no mesmo dia em que a Polícia Federal (PF) prendeu Vorcaro e outros seis executivos acusados de envolvimento no esquema. Nem Moraes nem Galípolo se manifestaram sobre os contatos. Leia também: , coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 301 da Revista Oeste Recentemente, a PF teve acesso a documentos que indicam que o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, , totalizando cerca de R$ 130 milhões, para representar os interesses do banco e de Vorcaro em órgãos federais. No entanto, respostas do BC e do Cade, obtidas pelo jornal O Globo, via Lei de Acesso à Informação (LAI), afirmam que não houve pedidos de reuniões ou protocolos de documentos pelo escritório em nome do Master. O ministro Dias Toffoli, do STF, assumiu a relatoria da investigação do caso, decretou sigilo e autorizou a PF a coletar depoimentos em até 30 dias, sob acompanhamento judicial. Posicionamento do Banco Central Os depoimentos ainda não foram agendados, mas há desconforto entre técnicos do BC sobre possíveis convocações para esclarecimentos, por receio de intimidações. Técnicos relataram a investigadores do Ministério Público e da Polícia Federal que nunca sofreram tanta pressão política em prol de um único banco como ocorreu nesse caso. Em coletiva concedida na quinta-feira 18, na sede do BC, Galípolo afirmou estar “à disposição do Supremo para prestar todo tipo de suporte e apoio ao processo de investigação”. “Documentamos tudo", destacou. "Cada uma das ações que foram feitas, cada uma das reuniões, cada uma das trocas de mensagens, cada uma das comunicações, tudo isso está devidamente documentado”. TCU exige esclarecimentos Na sexta-feira 19, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, determinou que o BC envie documentos relativos à liquidação do Master até esta terça-feira, 23. A medida, tomada em caráter cautelar, integra processo que apura possível omissão do BC quanto às operações do banco, embora o TCU não tenha competência para tratar de transações entre instituições privadas do setor financeiro. O post .