Esporte sem Firula: assista ao programa de 19/12/2025 <img width="300" height="169" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/12/EsFirula-1912-300x169.jpg"/> O Esporte sem Firula vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h. Com apresentação de Mário Monteiro, mais conhecido como Alemão, o programa terá a participação e os comentários de Milton Neves, Felipe Facincani, Alex Müller, Letícia Beppler e Alfredo Loebeling. Informação, opinião e debate do jeito que você gosta: sem enrolação nem frescura. + Clique para ver todas as edições do Esporte sem Firula O post .
Opositor de Maduro morre em prisão na Venezuela <img width="300" height="189" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/12/alfredo-diaz-capa-300x189.jpg"/> O preso político venezuelano Alfredo Díaz morreu no centro de detenção de El Helicoide, em Caracas, segundo confirmou a ativista Elisa Trotta neste sábado, 6. O ex-governador de Nueva Esparta estava detido havia mais de um ano e teria sofrido um infarto, depois de seguidos pedidos de atendimento médico negados pelo regime de . Elisa afirmou que Díaz é “mais um inocente assassinado lentamente” e lembrou que mais de dez presos políticos morreram sob custódia desde as eleições de 2024 na . O partido Acción Democrática disse que ele estava preso injustamente. O opositor Leopoldo López acusou o regime de negar tratamento médico e chamou a morte de “outra vítima da ”. Antonio Ledezma também responsabilizou Maduro e disse que Díaz morreu apesar de o governo saber de seus problemas cardíacos. A morte provocou forte reação da oposição. O partido Voluntad Popular afirmou que o caso evidencia um sistema que “persegue e destrói vidas para se manter no poder”. Já David Smolansky atribuiu responsabilidade direta à vice-presidente Delcy Rodríguez, sob cuja estrutura está o Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin), órgão que controla El Helicoide. A trajetória de Alfredo Díaz, opositor de Maduro morto na Venezuela Alfredo Javier Díaz Figueroa foi um político venezuelano com longa atuação no Estado de Nueva Esparta. Começou a carreira como vereador e depois se elegeu prefeito do município de Mariño, um dos mais importantes da região. Mais tarde, tornou-se governador de Nueva Esparta, cargo que o projetou nacionalmente dentro da oposição ao chavismo. Ligado ao partido Acción Democrática, Díaz era conhecido como liderança regional influente, com forte base eleitoral na Ilha Margarita. Depois de deixar o governo estadual, continuou ativo politicamente até ser detido pelo regime de Nicolás Maduro. Segundo sua legenda, ele estava preso havia mais de um ano no centro de detenção de El Helicoide, considerado um dos principais centros de tortura do Sebin. Presos políticos na Venezuela image Um manifestante usa a bandeira venezuelana de frente para membros da Guarda Nacional durante um protesto após o anúncio da CNE (Conselho Nacional Eleitoral) de que Nicolás Maduro venceu a eleição presidencial, em Caracas, Venezuela, em 29 de julho de 2024 | Foto: Reuters/Alexandre Meneghini De acordo com a ONG venezuelana , há 882 presos políticos no país, de acordo com balanço atualizado até 10 de novembro de 2025, divulgado pela emissora pública portuguesa RTP. O número oscila a cada semana devido a novas prisões e eventuais liberações, mas segue em patamar elevado e recorrente, refletindo o aumento da repressão depois das eleições de julho de 2024. Trata-se de um dos maiores contingentes de presos políticos da América Latina. + Leia mais notícias do em Oeste O post .
Coxinha a R$ 35 e brigadeiro a R$ 20: preços da COP30 em Belém chamam atenção <img width="300" height="179" src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/11/COP30-3-300x179.jpeg"/> Enquanto líderes de mais de cem países discutem o futuro do planeta na viraram assunto entre os participantes. Um simples cafézinho sai por R$ 18 e uma garrafa de água de 350 ml custa R$ 25. De acordo com o portal Metrópoles, na área exclusiva para credenciados, o prato com o peixe “filhote”, típico do Pará, é vendido por R$ 69 — apenas a carne empanada. Um caldo de feijão ou farofa podem elevar o valor em mais de R$ 30. Entre as opções da Zona Azul, o filé ao molho madeira custa R$ 70, e pratos como frango xadrez e lasanha de abobrinha saem por R$ 60. Nem os lanches escapam da inflação da cúpula. Uma coxinha custa R$ 35; o refrigerante, R$ 25; e o suco natural, R$ 30. O bolo de cenoura com cobertura de chocolate chega a R$ 40; o brigadeiro, a R$ 20 e o brownie, a R$ 30. Sanduíches naturais são vendidos a R$ 35. Para quem prefere relaxar, o chope custa R$ 30. A organização distribuiu bebedouros e geladeiras com latinhas gratuitas para reduzir as reclamações sobre os preços. Jornalista paga R$ 99 por 2 salgados e um refrigerante na COP30 No vídeo, ele conta que comprou uma quiche de espinafre e um refrigerante zero por R$ 70. Em seguida, adquiriu um salgadinho de camarão com queijo por R$ 29. O total da refeição chegou a R$ 99. <a href="https://www.instagram.com/reel/DQuzLTOEt_Z/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> No registro, dentro de um dos parques que abrigam estruturas do evento, Gomes comenta principalmente o tamanho das porções e os respectivos valores. “É muito caro.” Ele destaca do mesmo modo que o queijo na refeição tem como origem o arquipélago do Marajó, tradicional reduto queijeiro da região. As áreas oficiais da conferência contam com fornecedores credenciados pela organização do evento, em coordenação com o governo federal e o governo do Pará. Até o momento, a lista completa das empresas responsáveis pela venda de alimentos ao público geral não foi divulgada oficialmente. Em eventos anteriores da ONU, o modelo costuma reunir serviços de catering contratados e pontos operados por empreendimentos locais selecionados por edital. Apesar do discurso voltado à inclusão e à valorização de cadeias produtivas da região amazônica, os preços relatados por visitantes e profissionais reabriram o debate sobre acesso. Belém é uma capital marcada por desigualdades socioeconômicas. Valores inflacionados podem dificultar a circulação e a participação de moradores de menor renda nos espaços da conferência. + Leia mais notícias de em Oeste O post .
Hytalo Santos chora ao ser transferido de cadeia A transferência do influenciador Hytalo Santos e do companheiro dele, Israel Nata Vicente, marcou a tarde desta segunda-feira, 18. Ambos deixaram a cadeia pública de Carapicuíba (SP) rumo ao Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. O casal saiu da unidade prisional chorando. A detenção dos dois ocorreu na sexta-feira 15, em Carapicuíba. A polícia cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça da Paraíba.  Hytalo e Israel estavam mantidos no 1º Distrito Policial do município até a transferência. Os influenciadores são alvos de investigação do Ministério Público da Paraíba e do por exploração e exposição de menores, além de tráfico humano em vídeos publicados nas redes sociais. Repercussão de denúncias levou à prisão de Hytalo Santos No sábado 16, a da Paraíba indeferiu o pedido de liberdade apresentado pela defesa dos influenciadores. Apesar de as investigações sobre os crimes se arrastarem há anos, as prisões só ocorreram depois da ampla repercussão de um vídeo de 50 minutos divulgado pelo influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca. image Hytalo mantinha contato com a adolescente desde quando ela tinha 7 anos | Foto: Reprodução O youtuber detalhou esquemas nos quais Hytalo e outros criadores de conteúdo expunham e erotizavam crianças e adolescentes em vídeos feitos em uma mansão na Paraíba. Felca relatou ao programa Fantástico, em entrevista neste domingo, 17, que dedicou um ano para reunir provas e páginas com conteúdos suspeitos.  Depois da divulgação do vídeo, Hytalo e o companheiro deixaram a mansão, viajaram de carro até Carapicuíba e alugaram uma casa. O Judiciário paraibano considerou a mudança uma tentativa de fuga e destruição de provas. As contas nas redes sociais de ambos também foram suspensas por determinação judicial. Felca tem recebido ameaças de morte O advogado Felipe Cassimiro, responsável pela defesa de Hytalo e Israel, classificou a prisão como "ilegal". Felca, por sua vez, relatou ter começado a receber ameaças de morte pelas redes sociais depois das denúncias. <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/08/Felca-2.jpeg"/>O youtuber Felca, durante o programa Altas Horas, da TV Globo | Foto: Reprodução/Twitter/X Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a Polícia Civil poderá investigar as ameaças caso a vítima formalize a denúncia em uma delegacia. A Justiça paulista acatou a solicitação dos advogados de Felca e determinou que o Google forneça dados de uma conta de e-mail usada para enviar ameaças ao influenciador. O post .
Ultrafarma é acusada de sonegar 60% das vendas Acusações de sonegação fiscal em grande escala colocam a Ultrafarma sob investigação, segundo a delação do ex-proprietário da Farma Conde ao Ministério Público de São Paulo. O depoimento, revelado neste domingo, 17, pelo Fantástico, destaca que a concorrente teria sonegado até 60% das vendas, enquanto a Farma Conde admitiu evasão de 10%. + Leia mais notícias de em Oeste Manoel Conde Neto, ex-dono da , classificou como “inexplicáveis” os preços ofertados pela Ultrafarma. “Estava na cara que a sonegação lá era e é até hoje muito grande”, afirmou em delação, de acordo com o Fantástico, da TV Globo. Além disso, Neto relatou que o acordo com o Ministério Público foi firmado em 2017, depois de ter o próprio esquema de sonegação exposto. Esquema de corrupção envolvia auditor fiscal e empresas de fachada As investigações ainda mostram que o auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto, da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, coordenava o esquema de corrupção. Isso teria facilitado o ressarcimento de ICMS para empresas mediante propinas e emissão de créditos irregulares. image A Ultrafarma é é líder nacional na venda de vitaminas e suplementos | Foto: Reprodução/ Redes sociais Desde 2021, companhias como Ultrafarma e Fast Shop contratavam a Smart Tax, empresa de fachada liderada por Artur, que só tinha a mãe dele como funcionária, sem conhecimento técnico na área tributária. A participação da Ultrafarma foi confirmada depois da quebra de sigilo telemático. O auditor manipulava todo o processo de ressarcimento do imposto, desde a coleta de documentos até o envio de pedidos à Secretaria da Fazenda. A prisão do fundador da Ultrafarma . O órgão apura corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As diligências incluem a análise de documentos, quebras de sigilo e interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça. O post .