Eduardo Bolsonaro ironiza Moraes, e oposição comemora revogação de visto Pouco tempo depois de o governo dos , o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL/SP) se manifestou em seu perfil no Twitter/X. Em tom irônico, o parlamentar escreveu: “Talvez o Moraes não sabe se o Filipe Martins foi ou não aos EUA, mas agora todo mundo sabe que o Moraes não vai!”. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo referiu-se ao cancelamento do visto do magistrado, conforme publicação do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Se no início desta sexta-feira, 18, aliados do governo Lula da Silva comemoravam a decisão do STF — que determinou o uso de tornozeleira eletrônica por Jair Bolsonaro, entre outras medidas restritivas —, o final da tarde foi de comemoração para a direita. Sobre Moraes, “vem mais por aí?”, pergunta deputado O delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), por exemplo, divulgou em suas redes sociais as sanções do governo norte-americano ao ministro. Reforçou a denúncia de perseguição a Bolsonaro e à oposição. Em seguida, indagou, em tom provocativo: “Vem mais por aí?”. O deputado Nikolas Ferreira (PL/MG), por sua vez, limitou-se a reproduzir a imagem de uma nota jornalística da Folha de S.Paulo com o título “Ministros do STF fazem piada sobre quem terá visto para os EUA cancelado por Donald Trump”. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
Em novembro, ministros do STF ironizaram perda de visto para os EUA Em novembro de 2024, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) protagonizaram uma cena de descontração nos bastidores do plenário da Corte. Às vésperas da retomada do poder por Donald Trump nos Estados Unidos, discutia-se — — qual deles seria o primeiro a ter o visto norte-americano revogado. Estavam presentes Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Kassio Nunes. A conversa ocorreu pouco depois de parlamentares republicanos dos EUA enviarem uma carta ao secretário de Estado Antony Blinken para solicitar a revogação dos vistos dos ministros. + Leia mais notícias de   em Oeste No documento, Moraes foi chamado de “ditador totalitário”, e os demais integrantes do STF foram qualificados como “cúmplices destas práticas antidemocráticas”. A pressão não surtiu efeito sob o governo democrata de Joe Biden, e a Corte brasileira tratou o episódio com leveza. A expectativa, porém, já era de que a vitória de Trump mudaria o cenário. Integrantes do grupo de Jair Bolsonaro consideravam que, com o republicano de volta à Casa Branca, “os magistrados começariam a sentir o vento contra”. Pressão sobre o STF se concretiza com sanção a Moraes Menos de um ano depois, nesta sexta-feira, 18, o governo dos Estados Unidos anunciou o cancelamento do visto de Moraes. A decisão foi divulgada pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Em sua declaração, Rubio acusou Moraes de promover uma “ ” contra Bolsonaro e disse que as ações do ministro violam direitos fundamentais e extrapolam as fronteiras do Brasil. image Plenário do STF durante a votação do Marco Civil da Internet - 27/06/2025 | Foto: Fellipe Sampaio /STF “O presidente deixou claro que responsabilizará estrangeiros responsáveis pela censura de expressão”, escreveu Rubio. Segundo ele, a punição não se limitará a Moraes: “também se estende a seus aliados no tribunal e a seus familiares próximos”. No mesmo dia, Moraes havia autorizado uma operação da Polícia Federal contra Bolsonaro, que incluiu a apreensão de dispositivos eletrônicos, a imposição de tornozeleira eletrônica, a proibição de uso de redes sociais e o veto a contatos com embaixadas ou diplomatas. Leia também:  , artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste O post .
Randolfe recomenda a Moraes ir às praias do Nordeste e a outros destinos turísticos nacionais, depois de proibição dos EUA Nesta sexta-feira, 18, o líder do A decisão contra o magistrado foi anunciada pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que mencionou ainda "aliados" de Moraes. "Caríssimo ministro Alexandre de Moraes e demais ministros do STF, o Nordeste brasileiro tem as praias mais lindas do mundo, os nossos pampas e nossas serras gaúchas ou paulistas não ficam devendo aos Alpes Suíços, ou de qualquer outro lugar", escreveu o parlamentar, no X. "Nosso sertão, com seus cactos únicos e sua paisagem de deserto belíssima. Nosso cerrado tem requintes fantásticos e, aqui no meu Amapá, estamos no coração da Amazônia para ver a maior reserva de água doce do planeta. Tenho certeza que os senhores não ficarão preocupados por não poder ver o Mickey, o Pato Donald e o Pateta." Caríssimo ministro Alexandre de Moraes e demais ministros do Supremo Tribunal Federal, o nordeste brasileiro tem as praias mais lindas do mundo, os nossos pampas e nossas serras gaúchas ou paulistas não ficam devendo aos Alpes Suíços ou de qualquer outro lugar. Nosso sertão, com… — Randolfe Rodrigues (@randolfeap) O post .
Machado de Assis ironizava fraude eleitoral em frase citada por Moraes O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou um trecho do escritor Machado de Assis ao fundamentar medidas cautelares impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira, 18. A frase destacada na decisão — “A é a coisa mais bela do mundo, com a condição de ser soberania e de ser nacional” — foi originalmente publicada pelo autor em 15 de setembro de 1876, na crônica História de Quinze Dias. No entanto, a análise do texto completo revela que a citação ocorre em tom crítico e irônico, inserida em uma denúncia sobre manipulação eleitoral durante o período imperial. Imediatamente ao mencionar a “soberania nacional”, o autor escreve: “Agora, o que é ainda mais grave que tudo, é a eleição, que a esta hora se começa a manipular em todo este vasto império.” Em seguida, Machado argumenta que os direitos políticos no Brasil imperial estavam restritos a uma minoria letrada, enquanto a maioria da população votava sem consciência do que fazia. “70% da nossa população não sabem ler […] Votam como vão à festa da Penha — por divertimento”, avaliou. O cronista expõe a contradição entre o discurso político e a realidade da exclusão social: “Não saber ler é ignorar o Sr. Meireles Queles [político fictício]; é não saber o que ele vale, o que ele pensa, o que ele quer; nem se realmente pode querer ou pensar”, afirmou. A frase destacada por Moraes, portanto, surge como conclusão irônica de uma crítica à retórica política do Império, que exaltava uma “soberania nacional” dissociada da participação efetiva do povo. Uso por Moraes contrasta com sentido original da frase Segundo a obra, a soberania invocada por autoridades políticas era ilusória: "Não se deve dizer: 'consultar a nação, representantes da nação, os poderes da nação'", propôs. "Mas — 'consultar os 30%, representantes dos 30%, poderes dos 30%'. A opinião pública é uma metáfora sem base.” Na decisão judicial, Moraes utilizou a citação para reforçar a tese de que Bolsonaro, ao supostamente colaborar com norte-americanos em sanções contra o Brasil, teria ferido a soberania nacional. + Leia mais notícias de   em Oeste O contexto original da frase, no entanto, remete a uma crítica direta ao uso distorcido da mesma expressão por políticos de sua época. A retórica exaltada, para Machado, escondia um sistema excludente e manipulado, no qual a soberania, longe de ser “a coisa mais bela do mundo”, era, nas palavras do próprio autor, apenas um nome dado a “uma metáfora sem base”. A íntegra das crônicas está disponível gratuitamente no portal "https://machado.mec.gov.br/index.php ", do Ministério da Educação, que reúne todo o acervo original do autor de forma digitalizada e pronta para baixar. Leia também:  , artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste O post .
Trump volta a ameaçar Brics e diz que grupo ‘vai acabar muito rapidamente’ O presidente dos nesta sexta-feira, 18. Ele reiterou sua disposição de impor tarifas econômicas ao grupo, que reúne algumas das principais economias emergentes do mundo. A declaração ocorreu durante a cerimônia de sanção de uma nova lei que estabelece um regime regulatório para as criptomoedas com lastro no dólar norte-americano. "Quando ouvi sobre esse grupo do Brics — seis países, basicamente — eu os ataquei com muita, muita força. E se algum dia eles realmente se formarem de modo significativo, isso acabará muito rapidamente", afirmou Trump, sem citar diretamente os países integrantes do bloco. Trump defende dólar e rejeita moeda digital Durante o evento na Casa Branca, Trump reafirmou seu compromisso com a preservação do status global do dólar como principal moeda de reserva internacional. Do mesmo modo, descartou mais uma vez qualquer hipótese de criar uma moeda digital de banco central (CBDC, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. “Jamais permitiremos uma moeda digital do governo. Isso seria uma ferramenta de controle e vigilância inaceitável para os americanos”. O Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, anunciou em 2024 a inclusão de novos membros, como Irã e Etiópia. Isso, em tese, ampliou principalmente o alcance político e econômico do grupo. A aliança tem buscado encontrar sobretudo alternativas ao dólar no comércio internacional. Assim, ambiciona criar um sistema financeiro multipolar. A fala de Trump contra o bloco ocorre num instante em que se registra um . Além disso, o posicionamento do republicano coincide com um suposto fortalecimento de alianças econômicas alternativas e sob as lideranças da China e da Rússia. + Leia mais notícias de na Oeste O post .
URGENTE: EUA cancelam visto de Alexandre de Moraes O governo dos Estados Unidos anunciou, na noite desta sexta-feira, 18, que cancelou o visto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi publicada pelo jornalista norte-americano Michael Shellenberger e confirmada pela colunista de Oeste . O secretário de Estado, Marco Rubio, reforçou a decisão contra o magistrado brasileiro. O post .
Trump rompe o silêncio, sobre operação da PF contra Bolsonaro O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a demonstrar, na noite desta sexta-feira, 18, apoio ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro. O republicano, por meio da equipe de comunicação da Casa Branca, criticou a . "O presidente Trump acredita que Bolsonaro e seus apoiadores estão sob ataque de um sistema judicial armado", afirmou a , em nota enviada pela vice-secretária de imprensa Anna Kelly à emissora CNN. "Esta é uma caça às bruxas que não deveria estar acontecendo." Na manhã desta sexta-feira, agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão em dois endereços ligados a Bolsonaro. A operação ocorreu a partir da determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). + Leia mais notícias do em Oeste Além de autorizar a operação da PF, o ministro do STF determinou o uso de tornozeleira eletrônica por Bolsonaro. Moraes também proibiu o ex-presidente de usar as redes sociais. Aproximar-se de embaixadas e consulados, conversar com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), dialogar com diplomatas e ausentar-se de casa no período noturno são outras proibições. Para Moraes, as medidas cautelares foram necessárias para . Apoio de Trump a Bolsonaro image Trump e Bolsonaro se cumprimentam durante encontro em Osaka, Japão — 28/6/2019 | Foto: Alan Santos/PR A nota da Casa Branca na noite desta sexta-feira não é a primeira demonstração recente de apoio de Trump a Bolsonaro. O republicano tem divulgado mensagens em prol do ex-presidente brasileiro, e em desfavor do Poder Judiciário nacional, desde o dia 9 de julho. Na ocasião, Trump anunciou a aplicação da . Como justificativa, afirmou que Bolsonaro é alvo de um processo que "não deveria estar acontecendo". Assim como agora, o presidente dos EUA definiu a situação envolvendo o seu aliado no Brasil como "caça às bruxas". Nesta semana, Trump defendeu Bolsonaro em três momentos. Na terça-feira 15, definiu o brasileiro como . Em vídeo nas redes sociais, Bolsonaro agradeceu o presidente dos EUA pelo apoio e aproveitou para criticar o processo contra ele. "Estou sendo julgado por um golpe de Estado, sem tropas, sem armas", disse. "Um crime inexistente." Leia também: , artigo de J. R. Guzzo publicado na Edição 278 da Revista Oeste O post .
Corrupção x perseguição: PL compara Lula a Bolsonaro O Partido Liberal (PL) usou as redes sociais, nesta sexta-feira, 18, para fazer uma comparação entre o presidente e o ex-presidente Jair Bolsonaro. + Leia mais notícias de em Oeste A imagem que a legenda postou mostra os dois políticos. Na parte que mostra Lula há uma frase que diz: “Livre e com mandato, apesar das provas”. Do outro lado está Bolsonaro, cuja frase diz: “Perseguido, sem provas”. <a href="https://www.instagram.com/p/DMQt-bNPQGj/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> “Enquanto Lula mancha a faixa da Presidência da República com o histórico de corrupção, Bolsonaro é perseguido pelo sistema sem nenhum crime, nenhuma comprovação”, afirma o PL na publicação. "Nessa balança, o que eles chamam de ‘justiça’ faz sentido para você? O Brasil vai parar. Estamos com Bolsonaro.” Bolsonaro diz que não há provas para incriminá-lo Em entrevista nesta sexta-feira, Bolsonaro afirmou que o inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (https://portal.stf.jus.br/ . De acordo com o ex-presidente, a investigação “é política”. “Não tem nada de concreto”, disse. “Um golpe no domingo, sem Forças Armadas?” Ex-presidente critica a atuação da PGR O ex-chefe do Executivo ainda criticou a atuação da Procuradoria-Geral da República, ao afirmar que foi incluído no inquérito mesmo sem ter sido alvo de medidas diretas da Polícia Federal (PF).  Além disso, se queixou das medidas cautelares impostas pelo STF, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de visitar embaixadas. . O artefato foi apreendido juntamente com o celular de Bolsonaro e US$ 14 mil. De acordo com o ex-chefe do Executivo, o objeto surgiu depois de um dos agentes pedir para ir ao banheiro. Ele também disse que não sabia da existência do dispositivo. O post .
Medidas contra Bolsonaro são uma prisão domiciliar, diz deputada As medidas medidas restritivas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são, na prática, uma "prisão domiciliar", na opinião da deputada federal Rosana Valle (PL-SP), aliada do ex-presidente. + Leia mais notícias de em Oeste "As medidas impostas são severas, desproporcionais e caracterizam perseguição política", afirma a deputada a Oeste. Entre as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF), realizadas pela Polícia Federal (PF), estão o uso de tornozeleira, proibição de utilização das redes sociais, de sair à noite e de contato com o filho, Eduardo Bolsonaro. Para ela, as medidas têm relação com a alta das tarifas e as críticas ao governo e ao Judiciário brasileiros feitas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, no último dia 9. já vinha sendo investigado por suposta tentativa de golpe, entre outros, mas Rosana tem convicção de que o processo se acelerou nos últimos dias. No rastro do uso político que, segundo ela, do uso político que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez dele. "O discurso populista do presidente da República, na última quinta-feira 17, foi praticamente um desafio aberto aos EUA", destacou a parlamentar. "As medidas do STF que vieram logo depois contra o ex-presidente Bolsonaro fazem parte do pacote." Ela ressalta que o objetivo do governo, enfraquecido, é mobilizar a militância que estava desanimada com os péssimos índices de popularidade da atual gestão. "Lula encontrou uma tábua de salvação ao criar um discurso nacionalista de mentirinha, que encontrou eco nos admiradores da esquerda", acusou a deputada. "Agora vamos ver a reação dos EUA a esse jogo petista." Ela considera que o ministro Alexandre de Moraes ultrapassou, mais uma vez, os limites institucionais ao tentar transformar um "aliado histórico, como os EUA, do presidente Donald Trump, em inimigo." "A verdadeira ameaça à soberania está no ativismo judicial, no desrespeito ao devido processo legal e na perseguição de adversários políticos sob o pretexto de proteger a Democracia." Ela acredita que o governo de Lula tem desafiado , o que, para a deputada, é uma atitude muito arriscado. "A posição do presidente Lula muito nos preocupa", afirma Rosana. "Ao invés de conciliar, ele desafia, ignorando os preceitos básicos da diplomacia internacional. Lula usa essa crise como palanque político, investe nos discursos ideológicos sobre soberania nacional que o PT sempre renegou." Este tipo de postura, segundo ela, é perigosa para o país, além de ineficiente. "Essa retórica desonesta não resolve o problema e ainda pode prejudicar as relações internacionais do Brasil, colocando o país em uma situação comprometedora junto às principais democracias do mundo." Apoio a Bolsonaro Rosana ainda tem a esperança de que este episódio não conduza o país a uma crise de grandes proporções. Um dos caminhos, segundo ela, é a conscientização, por parte do governo, de que a necessidade de negociar é urgente. Leia mais: "Espero que o governo Lula retome a sanidade e sente para negociação com os EUA, sem bravatas nacionalistas, com diplomacia, para, assim, resolver a questão das tarifas, como outros países fizeram." A partir disso, ela acredita que a própria sociedade civil contribua para que o panorama seja modificado. "Espero que empresários e trabalhadores do país não sejam penalizados pelo extremismo da esquerda que hoje governa o Brasil", destaca a parlamentar. "A verdade sempre encontra caminho. O povo não tolera injustiça por muito tempo. As instituições precisam ser reconduzidas aos seus papéis legítimos." Integrantes do PL em reunião virtual, nesta sexta-feira, decidiram que vão intensificar a pressão, por meio do Legislativo, para evitar a prisão de Bolsonaro. A ideia é insistir na aprovação de uma anistia "ampla, geral e irrestrita". Além disso, buscarão aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas. "Espero que o ex-presidente Bolsonaro tenha um julgamento justo", afirma Rosana. "Bolsonaro não está só. Somos milhões ao lado dele. Vamos continuar lutando com firmeza, coragem e fé, pela liberdade, pela democracia e pelo futuro do nosso país." O post .
Oposição quer fim de recesso depois de Moraes impor tornozeleira a Bolsonaro . Do mesmo modo, a medida judicial proíbe que o político mantenha contato com alguns aliados, incluindo sobretudo o seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Apesar da pressão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), descartou a possibilidade de convocação extraordinária. O parlamentar reafirmou assim que os trabalhos legislativos devem voltar no dia 4 de agosto, conforme a previsão. Oposição diz que o Congresso está “anulado” “O presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, reitera que o recesso parlamentar de julho está mantido, conforme amplamente e previamente anunciado. Durante as próximas duas semanas, não haverá sessões deliberativas nem funcionamento das comissões”, informou a Casa, em nota oficial. Parlamentares da oposição avaliam que a gravidade das decisões do STF exige dessa forma uma resposta institucional imediata. O líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), afirmou que o Congresso está “anulado em suas funções legislativas e subjugado”. Entre os principais objetivos da oposição está o avanço de propostas que possam limitar o poder do Judiciário. Ganham ampla citação entre elas a PEC que põe fim às decisões monocráticas no Supremo e outra que estabelece mandatos para os ministros da Corte. “Fizemos hoje uma reunião virtual do PL. Vamos ter uma reunião presencial na segunda-feira e, de lá, uma das decisões já definidas é que queremos o fim do recesso branco”, declarou a deputada Bia Kicis (PL-DF). Aliados articulam frente com o Novo A oposição articula uma frente conjunta com parlamentares do PL e do partido Novo para “aprofundar a articulação política e definir encaminhamentos estratégicos conjuntos” diante do cenário de crescente judicialização da política. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), por sua vez, relatou ter visitado a depois da operação da Polícia Federal na residência do casal. “Não precisavam ter entrado armados na casa deles. Constrangeram uma mulher de pijama. Como uma leoa, ela defendeu sua filha e sua casa. Esse dia ficará marcado como o dia em que o Brasil ganhou uma grande líder”. + Leia mais notícias de na Oeste O post .