Previsão do tempo: Norte terá temporais; Sul se prepara para frio intenso e geadas A semana entre 14 e 21 de julho será marcada por extremos climáticos no Brasil. Segundo a previsão do tempo do https://portal.inmet.gov.br/ do país deve registrar temporais em áreas de Roraima, noroeste do Amazonas e litoral norte do Pará, com volumes que podem ultrapassar os 100 mm. image Previsão de chuva acumulada de 14 a 21 de julho | Foto: Divulgação/ Inmet Ao mesmo tempo, o e parte do Sudeste enfrentarão queda acentuada nas temperaturas, com possibilidade de geadas em regiões de maior altitude. As instabilidades devem se concentrar especialmente na chamada “Cabeça do Cachorro”, no Amazonas, e em áreas costeiras de Roraima. Em contraste, não há previsão de chuva para Acre, Rondônia, sul do Amazonas e Tocantins, regiões que devem registrar baixa umidade do ar, com índices abaixo de 30% a partir do dia 18. O mesmo cenário de tempo seco e ar seco se estende ao interior do Nordeste, ao Centro-Oeste e ao Sudeste. Massa de ar polar derruba temperaturas, mostra previsão do tempo No Sul do país, uma massa de ar frio deve avançar ao longo da semana, derrubando as temperaturas principalmente entre os dias 19 e 20. O Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o sul do Paraná podem registrar mínimas abaixo de 6°C, com geadas previstas nas áreas serranas. Em municípios como Vacaria (RS) e Lages (SC), as mínimas já caíram para - 0,7°C e 2,1°C, respectivamente, nos últimos dias. + Leia mais notícias de em Oeste As baixas temperaturas também devem atingir o centro-sul de Minas Gerais e São Paulo, onde os termômetros podem marcar menos de 10°C. Cidades do sudoeste da Bahia e sul do Tocantins também terão mínimas abaixo dos 12°C, como Correntina (BA), com 10,7°C, e Mateiros (TO), com 11,7°C. Enquanto isso, as temperaturas máximas seguem elevadas no centro-sul da Região Norte, norte do Centro-Oeste e oeste do Nordeste. No sudeste do Amazonas, norte do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Piauí, os termômetros devem passar dos 36°C, especialmente no dia 20. Já no leste do Nordeste, litoral do Sudeste e Centro-Oeste, as máximas não devem superar os 30°C. image Previsão de temperatura máxima para o dia 20 de julho de 2025 às 15h | Foto: Divulgação/ Inmet A previsão também indica pouca chuva nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O Rio Grande do Sul deve receber até 30 mm em áreas do oeste e do litoral sul. Santa Catarina e Paraná devem registrar até 10 mm. No Sudeste, são esperados acumulados abaixo de 3 mm, limitados ao sul do Espírito Santo e à faixa litorânea do Rio de Janeiro. image Previsão de temperatura mínima para o dia (a) 19 e (b) 20 de julho de 2025 às 6h | Foto: Divulgação/ Inmet O post .
Milei celebra inflação de 1,6% em junho, a menor desde 2020 O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou nesta segunda-feira, 14, a divulgação oficial da inflação de junho no país, que ficou em 1,6%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos. A marca representa o menor índice mensal desde o começo de seu mandato e foi saudada por ele com entusiasmo nas redes sociais. + Leia mais notícias do   em Oeste Em publicação feita em sua conta oficial na plataforma X, Milei exaltou afirmou que a baixa na inflação é “festejada pelos argentinos de bem e chorada por toda a mandrilândia”, termo usado pelo presidente para se referir a seus opositores. A mensagem foi endereçada ao ministro da Economia, Luis Caputo. Caputo destacou que a chamada inflação núcleo — indicador que exclui variações pontuais e sazonais — ficou em 1,7% no mês. De acordo com ele, este é o menor valor desde maio de 2020. “Se for excluído o efeito particular sobre o IPC nos , trata-se do menor registro desde janeiro de 2018”, afirmou. Milei associa resultado à política econômica do governo Ainda segundo o ministro, a variação de preços dos bens foi de 0,8%, a menor desde o começo da série histórica atual, que começou em janeiro de 2017. No segmento de e bebidas não alcoólicas, a variação foi de apenas 0,6% no mês, o que representa menos da metade da média registrada pelo índice geral de preços ao consumidor. Em relação ao mesmo período do ano anterior, a inflação no setor de alimentos e bebidas foi de 32,3% e ficou 7,1 pontos porcentuais abaixo da inflação geral, que atingiu 39,4% no acumulado de 12 meses. image O presidente da Argentina, Javier Milei | Foto: Casa Rosada - Divulgação Trata-se da menor variação interanual desde janeiro de 2021. O país acumula, segundo os dados oficiais, 14 meses consecutivos de desaceleração na comparação com os mesmos meses do ano anterior. Leia também:  , reportagem de Amanda Sampaio e Carlo Cauti publicada na Edição 217 da Revista Oeste O post .
Má gestão fiscal do governo Lula é destaque em artigo do Wall Street Journal O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, tem "alguém para culpar pela crise fiscal e econômica que já estava em curso" em seu governo. É o que analisa a jornalista Mary Anastasia O'Grady, em artigo publicado pelo Wall Street Journal neste domingo, 13. A afirmação da articulista tem como referência o "tarifaço" anunciado na semana passada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em carta direcionada ao petista, o republicano avisou que vai . "As tarifas dos EUA darão a Lula um bode expiatório para sua própria má gestão fiscal", afirma Mary, logo no subtítulo de seu artigo. + Leia mais notícias de em Oeste Para a articulista do Wall Street Journal, a aproximação do Brasil — por meio do governo Lula — de países como China e Rússia podem ter irritado o presidente norte-americano. De acordo com ela, a proposta defendida pelo brasileiro para substituir o dólar na relação comercial entre países do Brics deve ter feito com que Trump impusesse mais tarifas. "As declarações de Lula, pedindo que os Brics trabalhassem para reduzir o papel do dólar no mundo, parecem ter irritado Trump", escreve Mary. "A deterioração das normas democráticas no Brasil é alarmante. O mesmo ocorre com a proximidade de Lula com a China." Críticas ao governo Lula e análise da situação de Bolsonaro image O então presidente Jair Bolsonaro cumprimenta Donald Trump, que cumpria seu primeiro mandato à frente da Presidência dos EUA, em Osaka, Japão, durante reunião do G20 — 28/6/2019 | Foto: Alan Santos/PR Além das críticas à gestão fiscal do governo Lula, Mary Anastasia O'Grady analisa a situação de Jair Bolsonaro. Aos leitores do Wall Street Journal, ela afirma que o ex-presidente brasileiro, que conta com apoio público de Trump, está na mira do Poder Judiciário local. Nesse sentido, a jornalista tece críticas ao ministro Alexandre de Moraes e ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com Mary, "é improvável" que Bolsonaro tenha um julgamento justo. A articulista afirma que Moraes "não esconde" o interesse em condenar o ex-presidente da República por, suspostamente, ter incentivado atos contra o governo que o sucedeu. "Até mesmo alguns brasileiros que não apoiam Bolsonaro veem seu caso como reflexo do colapso mais amplo do Estado de Direito", garante Mary, que cita, por fim, a decisão do STF em . "No mês passado, o tribunal votou por 8 a 3 para declarar empresas de tecnologia como Google e Meta responsáveis por conteúdo publicado em suas plataformas que o tribunal declarou 'ilegal'." A íntegra do artigo "A guerra comercial de Trump contra o Brasil" está disponível (em inglês) no https://www.wsj.com/opinion/trumps-brazilian-trade-war-trial-tariffs-south-america-eb4f2203 do Wall Street Journal. Leia também: , reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 277 da Revista Oeste E mais: , por Ana Paula Henkel O post .
Eduardo Bolsonaro sobre tarifa de Trump: ‘Algum empresário ainda apoia Lula?’ O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) perguntou se os empresários brasileiros continuam apoiando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar nova tarifa de 50% ao Brasil. Mais cedo, ao anunciar a nova tarifa, Trump criticou o tratamento dado pelo governo brasileiro ao ex-presidente Jair Bolsonaro e citou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). + Leia mais notícias de em Oeste O presidente norte-americano enviou uma carta oficial a Lula informando a imposiçãoda nova tarifa. Trump também disse que a imposição da nova tarifa se deve, em parte, às ações do Brasil contra empresas norte-americanas de tecnologia. "A brincadeira de Lula no Brics vai sair caro para todos os brasileiros", . "Algum empresário nacional ainda apóia Lula? Como disse o presidente Jair Bolsonaro: 'Vocês vão botar um pinguço para dirigir o país e acham que isso vai dar certo?'" Lula convocou reunião de emergência para discurtir tarifa de Trump O presidente Lula convocou seus ministros para uma reunião de emergência nesta quarta-feira, 9, logo depois do anúncio de Trump. Além do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que estava com Lula no momento do anúncio da taxa, participaram da reunião Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente, e Mauro Vieira,ministro das Relações Exteriores. Leia também: Alckmin já classificou a medida como “injusta”, mas destacou a importância de manter a diplomacia com os EUA. “Não vejo nenhuma razão para aumento tarifário em relação ao Brasil”, afirmou Alckmin em entrevista. “Não somos problema para os EUA. É importante lembrar que, enquanto os Estados Unidos têm déficit na balança comercial global, com o Brasil têm superávit. Dos dez produtos que mais exportam para nós, oito têm alíquota zero.” O post .
Lula convoca ministros para reunião de emergência sobre novas tarifas de Trump O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou seus ministros para uma reunião de emergência nesta quarta-feira, 9, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar novas tarifas de 50% ao Brasil. Além do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que estava com Lula no momento do anúncio da taxa, devem participar da reunião Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e vice-presidente, e Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores. Mais cedo, Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras destinadas ao mercado norte-americano. A medida, segundo carta oficial enviada a Lula, entrará em vigor no dia 1º de agosto. Matéria em atualização. O post .
Moraes proíbe Filipe Martins de dar entrevista a jornal por ‘risco de tumulto’ O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu Filipe Martins, ex-assessor especial do ex-presidente Jair Bolsonaro, de dar entrevistas ao jornal Poder360. Moraes disse que a decisão em como objetivo "evitar o risco de tumulto neste momento processual". O jornal protocolou o pedido no STF no dia 12 de março de 2025. O Poder360 argumentou que a realização de entrevista não fere as medidas cautelares impostas a Filipe Martins, que é réu no Supremo por suposta participação em "plano golpista". Moraes impôs as seguintes medidas cautelares a Filipe: uso de tornozeleira eletrônica; apresentação semanal à Justiça do Paraná; proibição de sair do Brasil e entrega de seus passaportes; proibição de usar redes sociais; e proibição de se comunicar com outros investigados. + Leia mais notícias de em Oeste “É preciso diferenciar a atividade jornalística a ser realizada por um veículo de imprensa profissional e competente ao divulgar uma entrevista de manifesto interesse público e eventual comunicação do investigado com terceiros", diz um trecho do pedido do jornal. "É evidente que o investigado deve ter ciência de todas as suas obrigações perante este STF e diante da apuração que está em curso." O jornal destacou que cabe ao entrevistado "respeitar todos os termos de todas as cautelares impostas". "Se assim não o fizer, certamente deve ser responsabilizado", afirma o jornal. "Não obstante, privá-lo de toda e qualquer manifestação – de inegável interesse público, frisa-se – não nos parece a opção certeira. Representa a imposição de um silêncio que pode ser enquadrado como censura prévia." A também solicitou ao STF autorização para entrevistar Filipe Martins. A Oeste ainda aguarda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes. Proibição de entrevistas não atinge outros réus no mesmo inquérito Outros réus que respondem ao inquérito do suposto "golpe" não enfrentam o mesmo tipo de imposição. É o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro, que já concedeu ao menos duas entrevistas a grandes portais desde abril. Filipe ficou preso durante seis meses a mando do ministro Alexandre de Moraes, sob alegação de "risco de fuga". A ordem de prisão contra Filipe usou como base um arquivo desatualizado do Microsoft Word com uma lista de passageiros do voo presidencial de 30 de dezembro de 2022 para Orlando, nos Estados Unidos, em que supostamente constaria o nome do ex-assessor. Filipe Martins virou réu por uma viagem que nunca fez Para prender Filipe, o ministro citou a informação sobre uma suposta entrada do ex-assessor nos EUA. A defesa de Filipe Martins apresentou evidências de que ele não integrou a comitiva do ex-presidente Jair Bolsonaro que viajou a Orlando (EUA) no fim de 2022. A defesa obteve da companhia aérea a confirmação de que Filipe não viajou na data alegada. O ex-assessor, segundo a defesa, permaneceu no Brasil e seguiu para Curitiba (PR), contrariando a tese da Polícia Federal de que teria tentado fugir do país. A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, sigla em inglês) confirmou que não há registro de entrada de Martins em território norte-americano em 30 de dezembro de 2022 - data citada na acusação que embasou a ordem de prisão assinada por Moraes. Leia também: https://admin.revistaoeste.com/politica/exclusivo-jeffrey-chiquini-assume-a-defesa-de-filipe-martins-no-stf/ Em fevereiro, a defesa ingressou com um pedido judicial junto ao Departamento de Segurança Interna dos EUA, solicitando a liberação integral do histórico de entradas e saídas de Filipe no país. Os advogados também pediram os metadados que identifiquem quem acessou, editou ou excluiu qualquer informação nos registros migratórios. Quando a defesa apresentou a inconsistência nos dados, indicando que Filipe permaneceu em solo brasileiro, Moraes afirmou que buscaria esclarecimentos por meio da diplomacia. Na ocasião, a defesa enfatizou a importância de solicitar também os metadados, mas Moraes ignorou o pedido. A suposta invasão ao sistema migratório dos EUA está sendo apurada pela Justiça local. O post .
Em documentário, Janja interrompe Lula e associa líderes evangélicos à violência No documentário Apocalipse nos Trópicos, lançado nos cinemas do Brasil na última quinta-feira 3, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou, em entrevista feita em 2022, a dificuldade em conquistar apoio dos evangélicos durante a eleição. Durante sua resposta do petista, a primeira-dama Janja da Silva fez uma intervenção inesperada. Lula chegou a reconhecer o empenho de Jair Bolsonaro junto ao público evangélico, observando que “ninguém trabalhou como ele” para conquistar esse grupo. Depois, citou que líderes religiosos estavam “convencendo” fiéis a escolherem o adversário nas urnas. No momento, Janja interrompeu o marido e destacou episódios de violência em igrejas. A primeira-dama chegou a dizer que havia pessoas “dando tiro” dentro desses templos. Assim, no documentário que tem direção de Petra Costa, ela associou líderes evangélicos a práticas violentas. + Leia mais notícias de em Oeste O papel de Janja no governo ganhou visibilidade desde o retorno de Lula à . Ela coordena eventos oficiais, faz críticas públicas a adversários, dispõe de assessores pagos pelo governo federal e mantém uma sala no terceiro andar do Palácio do Planalto. Influência e polêmicas de Janja no governo Lula image A primeira dama do Brasil, Janja Lula da Silva, no Palácio da Alvorada. | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Apesar de não ter experiência anterior em cargos públicos e de enfrentar rejeição entre parte do eleitorado, a influência exercida por Janja tem causado desconforto em ministros e aliados do presidente. Ela tornou-se tema de discussões internas. Como primeira-dama, Janja tem sido protagonista de polêmicas. Nas mais recentes, ela viajou de Brasília a São Paulo, em aeronave da Força Aérea Brasileira, para consulta com ginecologista. . No último fim de semana, a mulher de Lula aproveitou a reunião da Cúpula do Brics, que ocorreu no Rio de Janeiro, . Leia também: , reportagem de Eliziário Goulart Rocha publicada na Edição 276 da Revista Oeste O post .
Bolsonaro ficará de repouso em casa durante mês de julho O ex-presidente Jair Bolsonaro permanecerá afastado de suas atividades e em repouso domiciliar durante todo o mês de julho. A decisão foi anunciada em comunicado divulgado nesta terça-feira, 1º, assinado pelo cirurgião geral Dr. Claudio Birolini e pelo cardiologista Dr. Leandro Echenique. Segundo a nota, a medida tem como finalidade “garantir a completa recuperação de sua saúde após cirurgia extensa e internação prolongada, episódio de pneumonia e crises recorrentes de soluços, que dificultam a sua fala e alimentação”. Os médicos explicaram que Bolsonaro apresenta quadro que exige acompanhamento constante e repouso para evitar complicações adicionais. + Leia mais notícias de   em Oeste Durante o período de convalescença, o ex-presidente ficará afastado de compromissos públicos e de atividades políticas. O texto informa que “ele ficará afastado de suas atividades habituais, incluindo agendas públicas e atividade político-partidária, retornando tão logo esteja plenamente restabelecido”. O comunicado também expressou agradecimento pela solidariedade recebida. “Agradecemos pela compreensão e apoio de todos”, registraram os profissionais responsáveis pelo acompanhamento médico. Assinado pelos dois médicos, o documento formaliza que qualquer retorno à rotina habitual dependerá de evolução clínica favorável. <a href="https://www.instagram.com/p/DLliwjcNGqr/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" rel="nofollow"> Ver essa foto no Instagram </a> Leia também:  , artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 223 da Revista Oeste O post .
Moraes diz que o século XXI é do Judiciário Durante o encerramento de um seminário realizado na Universidade de Coimbra, o ministro Alexandre de Moraes, do https://portal.stf.jus.br/ disse que "o século XXI é do Judiciário". “O século XIX foi do Parlamento, o século XX foi do Executivo e, agora, o século XXI é do Judiciário", declarou o juiz do STF. Para Moraes, Legislativo e Executivo "falharam na garantia dos Direitos Humanos". Moraes fez ainda um comentário, em tom jocoso, endereçado a Michel Temer, presente no local. De acordo com o magistrado, se há um culpado por sua atuação no STF, esse alguém é o ex-presidente, pois o emedebista o indicou ao Tribunal, em 2017. Flávio Dino e Alexandre de Moraes image O novo ministro do STF, Flávio Dino, durante a cerimônia na qual tomou posse no cargo - 22/02/2024 | Foto: Ton Molina/Estadão Conteúdo Também convidado, Dino falou, entre outros assuntos, sobre o ativismo do Judiciário e defendeu uma atuação mais incisiva da Corte em alguns temas, a depender das circunstâncias. Mais cedo, Para Mendonça, o STF entrou em um campo reservado ao Legislativo. Leia também: , entrevista publicada na Edição 274 da Revista Oeste O post .
Bolsonaro: ‘O objetivo final não é me prender, mas eliminar’ Em um discurso emocionado, Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a perseguição sofrida não tem como objetivo final a sua prisão. Atualmente, o ex-presidente é réu por suposta tentativa de golpe de Estado — ação na qual o relator é o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não importa a covardia que fizeram comigo, eu não posso fugir da verdade com vocês que estão comigo”, declarou Bolsonaro. “O objetivo final não é me prender, mas eliminar. Não quero ser preso ou morto, mas não fugir da minha responsabilidade com vocês.” <img src="https://medias.revistaoeste.com/wp-content/uploads/2025/06/Bolsonaro-na-manifestacao-Justica-Ja.jpeg" alt="Bolsonaro na manifestação Justiça Já"/>Bolsonaro discursou para uma multidão em ato na Paulista (29/06/25) | Foto: Uiliam Grizafis/Revista Oeste + Na sequência, o presidente de honra do PL respondeu à uma das faixas dos manifestantes, a qual indagava: “O que fazer agora”. A frase denota à atual inelegibilidade do político e o cenário político incerto para 2026.  “Se o país me der 50% da Câmara e 50% do Senado, não importa onde eu esteja, eu mudo os rumos do Brasil”, afirmou. “Se me derem isso, não importa onde eu esteja, aqui ou no além, quem eleger a maioria, não importa quem será eleito (para presidente).” + Bolsonaro destacou que, o partido tendo metade dos parlamentares, já garante as presidências da Câmara e do Senado. “Nem eu preciso ser presidente, com a maioria, podemos mudar todos os rumos do país”, definiu.  “Não quero isso para perseguir ou para revanchismo, mas porque amo meu país”, garantiu Bolsonaro. “Não tenho obsessão pelo poder, tenho paixão pela minha pátria.” O post .