Quatro freiras sofrem acidente de carro em Goiás
Segundo a Polícia Civil, um carro bateu na traseira do veículo que era ocupado por quatro freiras e uma comerciante. O motorista fugiu do local, mas já se apresentou à delegacia. Polícia investiga acidente de trânsito que deixou quatro freiras machucadas
Cinco mulheres, dentre elas quatro freiras e uma comerciante, ficaram feridas após um acidente de carro em Uruaçu, Região Norte de Goiás. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a batida aconteceu na GO-237, por volta das 3h (veja o vídeo acima). Duas das mulheres foram levadas para o Hospital Estadual Centro Norte Goiano (HCN) pelos militares e as outras três foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O motorista que bateu no carro fugiu do local.
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A identidade dos envolvidos não foi divulgada, portanto o g1 não conseguiu ouvir a defesa do motorista ou atualizar o estado de saúde das vítimas.
O acidente aconteceu no dia 30 de maio. De acordo com os militares, o carro que carregava cinco mulheres foi atingido na traseira por outro veículo, que bateu no portão de uma cerâmica localizada na região. Nas imagens divulgadas pela Polícia Civil, é possível ver os carros se aproximando (veja o vídeo no início do texto).
Fiat Mobi foi atingido e bateu no portão de um estabelecimento.
— Fotos: Divulgação/Polícia Civil
Segundo testemunhas, o motorista envolvido no acidente fugiu do local. Os bombeiros fizeram o atendimento da passageira dianteira e de uma das passageiras que estavam na traseira do carro.
“Nossa equipe realizou o atendimento de duas vítimas, sendo uma passageira dianteira, aparentemente sem lesões, e a outra passageira traseira esquerda que relatou não conseguir movimentar os membros superiores e inferiores, queixando-se de dor na cervical”, diz o relato.
De acordo com a Polícia Civil, o carro em que as freiras estavam reduziu a velocidade para acessar uma via lateral nas proximidades da Vila Sol Vermelho quando o acidente aconteceu.
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Investigação
O motorista do Hyundai Elantra que fugiu do local se apresentou à delegacia na última terça-feira (3), onde foi ouvido pelos agentes e liberado em seguida. Segundo Sandro Leal Costa, delegado responsável pelo caso, o homem de 25 anos negou que tivesse ingerido bebida alcoólica.
"Ele disse que não sabe o que aconteceu, que estava voltando da casa da namorada e que não tinha bebido. Falou que fugiu do local por medo e que pediu para um amigo ir até o local chamar o socorro", relatou.
Carro do motorista que fugiu do local do acidente.
— Fotos: Divulgação/Polícia Civil
Segundo ele, o amigo do motorista ainda será ouvido, assim como as quatro freiras envolvidas no acidente. No relato divulgado pela Polícia Civil, consta que o motorista ainda teria admitido a possibilidade de ter cochilado ao volante.
Enquanto procuravam pelo suspeito, as buscas foram feitas por meio de informações coletadas em análises de imagens de câmeras de segurança. Ainda segundo o delegado, a perícia dos dois carros foi solicitada.
"Como o crime de lesão corporal culposa precisa de representação criminal para responsabilização, caso seja constatada a culpa do condutor, todas as vítimas ainda precisam ser ouvidas para que a investigação avance.
Segundo o delegado Sandro, uma das vítimas estava aguardando para realizar uma cirurgia na clavícula e outra, que teve uma lesão considerável na cervical, passou por cirurgia de contenção de danos no HCN e seria transferida para Goiás. Segundo as informações, a ocorrência de sequelas vai depender das próximas cirurgias.

Segundo a Polícia Civil, um carro bateu na traseira do veículo que era ocupado por quatro freiras e uma comerciante. O motorista fugiu do local, mas já se apresentou à delegacia. Polícia investiga acidente de trânsito que deixou quatro freiras machucadas
Cinco mulheres, dentre elas quatro freiras e uma comerciante, ficaram feridas após um acidente de carro em Uruaçu, Região Norte de Goiás. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a batida aconteceu na GO-237, por volta das 3h (veja o vídeo acima). Duas das mulheres foram levadas para o Hospital Estadual Centro Norte Goiano (HCN) pelos militares e as outras três foram socorridas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O motorista que bateu no carro fugiu do local.
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A identidade dos envolvidos não foi divulgada, portanto o g1 não conseguiu ouvir a defesa do motorista ou atualizar o estado de saúde das vítimas.
O acidente aconteceu no dia 30 de maio. De acordo com os militares, o carro que carregava cinco mulheres foi atingido na traseira por outro veículo, que bateu no portão de uma cerâmica localizada na região. Nas imagens divulgadas pela Polícia Civil, é possível ver os carros se aproximando (veja o vídeo no início do texto).
Fiat Mobi foi atingido e bateu no portão de um estabelecimento.
— Fotos: Divulgação/Polícia Civil
Segundo testemunhas, o motorista envolvido no acidente fugiu do local. Os bombeiros fizeram o atendimento da passageira dianteira e de uma das passageiras que estavam na traseira do carro.
“Nossa equipe realizou o atendimento de duas vítimas, sendo uma passageira dianteira, aparentemente sem lesões, e a outra passageira traseira esquerda que relatou não conseguir movimentar os membros superiores e inferiores, queixando-se de dor na cervical”, diz o relato.
De acordo com a Polícia Civil, o carro em que as freiras estavam reduziu a velocidade para acessar uma via lateral nas proximidades da Vila Sol Vermelho quando o acidente aconteceu.
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Investigação
O motorista do Hyundai Elantra que fugiu do local se apresentou à delegacia na última terça-feira (3), onde foi ouvido pelos agentes e liberado em seguida. Segundo Sandro Leal Costa, delegado responsável pelo caso, o homem de 25 anos negou que tivesse ingerido bebida alcoólica.
"Ele disse que não sabe o que aconteceu, que estava voltando da casa da namorada e que não tinha bebido. Falou que fugiu do local por medo e que pediu para um amigo ir até o local chamar o socorro", relatou.
Carro do motorista que fugiu do local do acidente.
— Fotos: Divulgação/Polícia Civil
Segundo ele, o amigo do motorista ainda será ouvido, assim como as quatro freiras envolvidas no acidente. No relato divulgado pela Polícia Civil, consta que o motorista ainda teria admitido a possibilidade de ter cochilado ao volante.
Enquanto procuravam pelo suspeito, as buscas foram feitas por meio de informações coletadas em análises de imagens de câmeras de segurança. Ainda segundo o delegado, a perícia dos dois carros foi solicitada.
"Como o crime de lesão corporal culposa precisa de representação criminal para responsabilização, caso seja constatada a culpa do condutor, todas as vítimas ainda precisam ser ouvidas para que a investigação avance.
Segundo o delegado Sandro, uma das vítimas estava aguardando para realizar uma cirurgia na clavícula e outra, que teve uma lesão considerável na cervical, passou por cirurgia de contenção de danos no HCN e seria transferida para Goiás. Segundo as informações, a ocorrência de sequelas vai depender das próximas cirurgias.

G1
Quatro freiras sofrem acidente de carro em Goiás | G1
Segundo a Polícia Civil, um carro bateu na traseira do veículo que era ocupado por quatro freiras e uma comerciante. O motorista fugiu do local d...
Carta aberta encaminhada ao MPMS indica baixa cobertura do benefício para famílias de baixa renda na capital. MP apura ação da concessionária responsável. Tarifa Social de Água e Esgoto é destinada às famílias de baixa renda em Campo Grande.
Divulgação
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) instaurou dois procedimentos administrativos para fiscalizar a implementação da Tarifa Social de Água e Esgoto em Campo Grande. As fiscalizações acompanham as ações da concessionária Águas Guariroba, responsável pela prestação do serviço na capital, e da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos (Agereg).
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A medida ocorre após envio de carta aberta assinada por diversas entidades da sociedade civil e encaminhada pelo Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (Ondas). No documento é cobrada a efetivação do benefício para famílias de baixa renda.
“A parcela de economias beneficiadas pela tarifa social é pequena relativamente ao total de 312 mil economias residenciais atendidas pelo sistema de água de Campo Grande. As economias que recebem tarifa social correspondem a apenas 3,4% desse universo”, diz trecho da carta.
O texto também analisa o quantitativo de famílias que estão inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e são abastecidas pelo serviço de água e esgoto. Em Campo Grande, das 119 mil famílias que estão no Cadúnico, cerca de 10 mil são beneficiadas com a tarifa social em Campo Grande, por exemplo, como mostra a carta.
“Portanto a tarifa social não está beneficiando a maior parte das famílias que deveriam ter acesso a ela em Campo Grande. Assim a tarifa social de Campo Grande é ineficaz em garantir acessibilidade econômica das famílias pobres aos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário porque deixa de incluir a grande maioria das famílias que deveriam ser beneficiadas, apesar da previsão da legislação municipal vigente”, conclui o documento.
O g1 entrou em contato com a Águas Guariroba e com a Agereg e não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Possíveis causas
A carta elenca fatores que podem ser as causas do baixo número de beneficiados pela Tarifa Social de Água e Esgoto em Campo Grande. Veja abaixo:
a falta de informação adequada aos usuários por parte da concessionária e do poder público;
dificuldades impostas na prática aos usuários para a concessão do benefício;
a fiscalização deficiente por parte da agência responsável pela regulação dos serviços e outros órgãos de fiscalização e controle dos serviços públicos.
As entidades que assinam o documento consideram que uma das formas de resolver a baixa cobertura do benefício é acrescentar nas faturas de água informações sobre o direito à tarifa social.
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O que diz o MPMS?
Em nota, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul disse que as ações estão em fase inicial de apuração e levantamento das informações. Veja a íntegra:
Informamos que o procedimento instaurado pela 43ª Promotoria de Justiça de Campo Grande trata-se de um procedimento administrativo de acompanhamento, que tem como objetivo fiscalizar as medidas adotadas pela concessionária Águas Guariroba e pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande (Agereg) para a efetiva implementação da Tarifa Social de Água e Esgoto, conforme determina a Lei Federal nº 14.898/2024.
Destacamos que, no momento, as ações da Agereg e da concessionária encontram-se em fase inicial de apuração e levantamento de informações, razão pela qual, por ora, não há dados consolidados que possibilitem a concessão de entrevista.
Tão logo haja informações conclusivas ou avanços significativos no procedimento, estaremos à disposição para prestar os devidos esclarecimentos.
Como funciona a Tarifa Social?
Em Campo Grande, a tarifa dos serviços de água e esgoto são compostas de uma parcela fixa, independente do consumo. Há ainda, duas parcelas variáveis, uma para água e outra para esgoto, calculadas de forma proporcional ao volume de água consumido.
Segundo a Ondas, as tarifas sociais praticadas na capital do estado foram estabelecidas pela Lei Municipal nº 3928/2001. As regras estabelecidas pela lei para que uma família tenha direito ao benefício são:
possuir renda familiar de até 1 salário mínimo mensal, que deve ser comprovada;
ser proprietário de um único imóvel destinado exclusivamente à sua moradia, desde que isento do IPTU nos termos da Lei;
ser consumidor monofásico de energia elétrica, cujo consumo não poderá ultrapassar 100 Kwh/mês;
não consumir mais do que 20 m³/mês de água.
Para ter o benefício, os usuários precisam se cadastram e preencher os requisitos exigidos. Pessoas que estão inadimplentes não podem solicitar a tarifa social, conforme prevê a legislação.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Arqueóloga franco-brasileira fundou o Parque Nacional da Serra da Capivara, em 1979, declarado patrimônio cultural da humanidade pela Unesco. Ela faleceu nesta quarta (4), aos 92 anos. Niède Guidon é a principal responsável pela criação do Parque Nacional Serra da Capivara
Celso Tavares/G1
O velório da arqueóloga franco-brasileira Niède Guidon, fundadora do Parque Nacional da Serra da Capivara e falecida na madrugada desta quarta-feira (4), aos 92 anos, será aberto ao público. A cerimônia acontecerá no Museu do Homem Americano, em São Raimundo Nonato, no Sul do Piauí.
Segundo a diretora do parque, Marian Rodrigues, a despedida de Niède começará às 15h desta quarta e se estenderá até a meia-noite de quinta-feira (5).
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O sepultamento, a pedido da pesquisadora, deve ser feito no quintal da casa dela, que fica atrás do museu, na quinta. De acordo com Marian, o momento será restrito a familiares e amigos.
A cerimônia do velório deve contar com as presenças dos prefeitos de São Raimundo Nonato, Rogério Castro (MDB); Coronel José Dias, Victor Carvalho (PSD); e João Costa, Gilson Castro (PSD).
Em homenagem à arqueóloga, o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), decretou luto oficial de três dias a partir desta quarta.
Morre Niède Guidon: arqueóloga desvendou os segredos do povoamento das Américas
Berço do homem americano
O sítio da Serra da Capivara, escavado pela pesquisadora em 1973, ofereceu achados inéditos sobre a ocupação humana nas Américas.
Ela esteve no Brasil três anos antes, em 1970, quando conheceu as pinturas rupestres de São Raimundo Nonato, no Sul do Piauí. Niède encontrou desenhos datados de até quase 30 mil anos.
Seus achados indicam a presença humana anterior à teoria do Estreito de Bering, que datam de 13 mil anos o povoamento das Américas pelo Homo sapiens, vindo da Ásia.
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Detalhe de pintura pré-histórica no Parque Nacional da Serra da Capivara
Celso Tavares/G1
O Parque Nacional da Serra da Capivara foi criado em 1979. A Fundação do Homem Americano surgiu logo depois, em 1980, para facilitar e financiar as pesquisas na região.
O trabalho de Niède revelou mais de 800 sítios pré-históricos, com pinturas rupestres, ferramentas e outros vestígios dos primeiros habitantes humanos da América, descobertos em escavações arqueológicas.
Graças às descobertas da arqueóloga, a Unesco reconheceu o Parque Nacional da Serra da Capivara como patrimônio cultural da humanidade em 1991.
Reconhecimento e homenagens
UFPI concede título de Doutora Honoris Causa à arqueóloga Niède Guidon
Renan Nunes/TV Clube
A importância do trabalho de Niède foi reconhecida por todo o mundo, e ela recebeu homenagens de todo tipo: desde documentários aos nomes de um pássaro e uma ópera.
Em 2020, Niède tomou posse na cadeira de número 24 na Academia Piauiense de Letras (APL), em uma solenidade virtual por conta da pandemia de Covid-19.
Quatro anos depois, em 2024, Niède recebeu o título de Doutora Honoris Causa da Universidade Federal do Piauí (UFPI), pelas cinco décadas de trabalho à frente das pesquisas arqueológicas no estado.
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Quatro viaturas com 12 profissionais do Corpo de Bombeiros atenderam a ocorrência na madrugada desta quarta-feira (4), na altura de Santos (SP). Carreta carregada com glicerina pega fogo na rodovia Cônego Domênico Rangoni
Uma carreta carregada com glicerina pegou fogo, na madrugada desta quarta-feira (4), na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, na altura de Santos, no litoral de São Paulo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, houve vazamento da carga, considerada produto perigoso, mas ninguém ficou ferido.
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O acidente ocorreu, por volta de 3h, na altura do km 250, no sentido Guarujá. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro viaturas com 12 profissionais atenderam a ocorrência e conseguiram conter as chamas.
De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a carreta estava carregada com 27 toneladas de glicerina e o fogo foi controlado após aproximadamente 20 minutos. Ainda segundo a agência, por volta de 6h, foi realizada a contenção com pó de serragem no local.
Em nota, a Ecovias, concessionária que administra o trecho, informou que o acidente causou congestionamento do km 250 ao 254. Além disso, há lentidão no mesmo sentido, mas do km 262 ao 267, por conta do excesso de veículos comerciais.
Carreta carregada com glicerina pegou fogo na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, SP
CCI Artesp
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Índice, que representa pontuação de crédito, é utilizado por empresas para avaliar a probabilidade dos consumidores de honrar compromissos financeiros. Empresa lançou ferramenta que mostra o cenário da pontuação entre clientes de todo o país. Maioria dos rio-branquenses pretende gastar até R$ 200 em presentes de Natal
Victor Lebre/g1
Os consumidores do Acre têm o segundo melhor score de crédito da região Norte, com 524 pontos, segundo o levantamento Mapa do Score, elaborado pela Serasa, empresa do ramo de datatech que trabalha com dados financeiros para análise de risco. O índice, entretanto, ficou abaixo da média nacional, que é de 548 pontos.
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📝 O score de crédito é utilizado por empresas para avaliar a probabilidade dos consumidores de honrar compromissos financeiros. A pontuação pode ir de zero a 1000, e permite analisar a saúde financeira do público.
➡️ Conforme a Serasa, scores entre zero e 300 são considerados baixos. De 301 a 500, a pontuação é regular, enquanto de 501 a 700 é boa e de 701 a 1000 é excelente.
“Esse indicador é de grande interesse para muitos brasileiros que, além de conhecer sua própria pontuação, buscam entender como ela se compara à média nacional e quais estratégias podem adotar para aumentá-la”, disse o especialista Wesley Brandão.
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Acre tem 2º maior score de crédito do Norte
Reprodução/Serasa
Faixas etárias
No Acre, o score é melhor conforme a idade dos consumidores, com destaque para as faixas próximas aos 60 anos. Por outro lado, a população de até 30 anos tem pontuação mais baixa. Confira:
18 a 25 anos - 456 pontos;
26 a 30 anos - 490 pontos;
31 a 40 anos – 521 pontos;
41 a 50 anos – 548 pontos;
51 a 65 anos – 574 pontos e
Acima de 65 anos – 597 pontos.
“O modelo da pontuação valoriza os hábitos de pagamento e o histórico de relacionamento com o crédito do consumidor. Dessa forma, os jovens ainda estão no início da jornada de crédito, aprendendo a lidar com o primeiro cartão ou o primeiro empréstimo. Por sua vez, o consumidor na faixa dos 50 anos já tem mais experiência e, em sua maioria, conta com mais contratos concluídos, débitos quitados e mais interação em geral com o crédito”, acrescenta Brandão.
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