Deixando claro, a verdadeira e única Direita, é libertária. Qualquer forma de impor ideias é esquerdismo travestido. E, digo isso sendo Católico, a busca pela salvação é individual. Não posso impor forçadamente que busquem a Verdade por meios políticos.
A censura contra a Direita nas redes sociais não é apenas uma perseguição qualquer. É uma estratégia calculada, um passo deliberado para sufocar qualquer chance de a Direita se erguer. Todos sabemos o que vem depois: o silenciamento total, o enterro de ideias que desafiem o status quo. Diante disso, qual é nossa reação? Nos isolamos. Por medo, indignação ou repulsa, abandonamos as big techs — e, em parte, isso é positivo. Construir nosso próprio caminho, independente, é uma força. Mas há um custo. Esse isolamento, muitas vezes, é exatamente o que eles querem. Ao nos afastarmos, deixamos a Esquerda dominar espaços cruciais: escolas, igrejas, mídia, universidades. Eles ocupam tudo, moldando narrativas e espalhando ideologias sem resistência. Então, o que podemos fazer? Não apenas por nós, mas pela comunidade — pela vovó de 70 anos que mal consegue usar um aplicativo de banco sem cair em golpes? Precisamos de tecnologia acessível, simples e segura, que empodere a todos, não apenas os iniciados. Bitcoin e Nostr podem ser ferramentas de liberdade, mas convenhamos: não são para todos. A complexidade afasta, e a liberdade não pode ser exclusividade de quem domina tecnologia. Olavo de Carvalho já alertava: "eleições não se vencem nas urnas." A Esquerda provou isso. Mesmo "fora do poder" por 4 anos, forçaram uma pandemia, enquanto isso, eles controlaram números, pautas, manipularam narrativas e moldaram a opinião pública. A questão é: o que faremos de novo? Que espaços vamos ocupar? Como vamos criar ferramentas e estratégias que não apenas resistam, mas reconquistem terreno, unindo gerações e aproximando ideias?