Você tem R$250 mil e 0,5 BTC. Compra um carro de R$250 mil.
Tanto faz pagar em reais ou em BTC: se paga em reais, fica com o BTC; se paga em BTC, recompra os 0,5 com os R$250 mil.
O problema nunca é gastar em BTC. É gastar.
Bitcoin é o cofre mais protegido da história humana.
Milhares de exércitos privados competem para proteger o que está lá dentro.
É auto-regenerativo: se um exército quebra, outros 10 o subtituem.
Por isso dá pra guardar riqueza ali: desenho, incentivo econômico, não confiança.
17 anos confirmam a ferramenta, mas só seremos livres quando tivermos uma rede de pagamentos ativa e distribuída. Quando cada comerciante for um P2P em potencial e não dependermos de corretoras ou de poucos P2Ps (fáceis de rastrear).
Estimulem o uso, porque o uso protege o hold!
Hoje o Bitcoin completa 17 anos.
17 anos rodando sem CEO, sem marketing, sem resgate, sem pedir permissão.
Sobreviveu a ataques, proibições, ciclos, narrativas e modas.
Parabéns ao jovem que traz esperança de um mundo livre 🟠
Se ganhar dinheiro fosse difícil, ninguém jogava.
O mercado, na maior parte do tempo, todo sobe.
Então se você conseguir não quebrar, o mercado vai te pagar juros compostos pela vida inteira e vc construirá patrimônio.
Mas lembre-se: não quebrar não é fácil, pelo contrário.
O Bitcoin quer subir.
Os fundamentos estão cada vez mais fortes e o macro é perfeito para ele.
Mas no curto prazo o preço não reflete isso.
Bancões ganham mais dinheiro mantendo o BTC lateral ou pressionando pra baixo.
Subida forte não interessa a eles — queda ou faixa estreita, sim.
Ao mesmo tempo, empresas alavancadas em BTC (tipo MSTR) sofrem se o preço cair.
Se forem forçadas a vender, viram combustível extra para a pressão baixista.
Resultado: uma queda de braço feia no curto prazo.
No longo prazo, fundamento vira preço.
No curto, é jogo.
Confira tudo na última edição do ano do SchivasCast