Meu primeiro emprego em 1998 foi numa empresa em que o dono era funcionário de carreira da receita federal, ele era sócio-oculto, mas na prática era o diretor-geral na época, com sala e tudo, passava metade do dia na receita, metade na firma de TI que prestava serviço essencialmente pro governo.
Se na ponta é assim, imagina na última instância.
Os poderes não tem maturidade para esse tipo de relação, isso a gente comprova no dia-a-dia.